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História

Vou ficar nesta firma, se deus quiser, até o fim. E foi o que aconteceu.

História de: Fulvio Manzione
Autor: Museu da Pessoa
Publicado em: 05/10/2008

Sinopse

Família italiana. Infância em Indianópolis. Arrimo de família. Exército. 10 anos na Brindes Pombo.Follow up na Avon. Comprador de Cartonagem. Aposentadoria.

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História completa

P/1 – Bom Dia eu gostaria que o senhor começasse falando seu nome completo, local e data de nascimento.

 

R – Fúlvio Manzione, Rua Tibiriçá, 170, nascido em São Paulo.

 

P/1 - Em que ano, em qual data?

 

R - 30 de abril de 1936.

 

P/1 - E qual a atividade atual do senhor?

 

R – Atual? Eu sou aposentado.

 

P/1 - Ótimo e qual o nome dos seus pais. 

 

R - Miguel Manzione e ________ Barone Manzione.

 

P/1 - E qual era a atividade deles, atividade profissional deles?

 

R - Minha profissional?

 

P/1 - Deles, dos pais.

 

R - Eles faleceram faz tempo. Eram italianos. O meu pai era vendedor e minha mãe era dona de casa.

 

P/1 - Então, de onde veio a família?

 

R - Da Itália

 

P/1 - Sabe a região?

 

R - Um era de Nápoles, meu pai e minha mãe de Toureiro.

 

P/1 - Tem irmãos?

 

R - Quatro. Três, comigo quatro.

 

P/1 - Agora vamos conversar um pouquinho sobre a infância. Onde o senhor morava na infância?

 

R - Onde eu morava? Eu morava em Indianópolis, hoje Moema.

 

P/1 - E como era a casa, o cotidiano?

 

R - Era uma casa muito simples, casa simples, não tinha nada de... isso quando eu era pequeno, depois quando eu_____________ continuei morando em Indianópolis, mas em uma casa melhor, com meus pais e meus irmãos.

 

P/1 - Quais eram as suas brincadeiras prediletas quando era criança.

 

R - Antigamente era futebol, bicicleta, não tinha muita atividade.

 

P/1 - E como era a cidade naquela época?

 

R - Olha, aquela época não tinha nada. A gente enxergava outras casas longe, não tinha nada, rua de terra, sem luz na rua, antigamente não tinha mesmo.

 

P/1 – Então, quais são as lembranças mais marcantes que o senhor tem dessa época?

 

R – Puxa, difícil viu? Lembrar disso. Sinceramente..

 

P/1 – Não lembra agora?

 

R – Não lembro.

 

P/1 – Tudo bem. Então como e quando o senhor começou os estudos?

 

R – Quando?

 

P/1 – Quando e como. Como foi ir para a escola...

 

R – Fala de novo.

 

P/1 – Como foi ir para a escola, quando foi que aconteceu?

 

R – Quando eu fui para a escola?

 

P/1 – Isso. 

 

R – Você diz, a idade que eu fui?

 

P/1 – Também, tudo que o senhor quiser falar.

 

R – Bom, eu comecei o Jardim da Infância. Eu tinha o que? Seis anos. Depois eu fiz o Primário em Indianópolis, depois eu fiz o Ginásio, antigamente, Colégio Anglo Latino, agora é colegial, depois eu entrei para o Exército. Fiz um ano e meio de Exército.

 

P/1 – E como foi essa época da escola?

 

R – Antigamente era uma vida difícil né, eu tinha que trabalhar para ajudar em casa, então era complicado. Hoje já é mais.... antes era mais difícil.

 

P/1 – O senhor disse que participou do Exército. Como foi essa experiência?

 

R – Para mim foi um pouco difícil porque eu era arrimo de família, eu é que sustentava e precisei ir para o Exército, não fui dispensado. Então, eu fiquei um ano e meio quase no exército e o pensamento na minha família, nos meus pais. Mas não tenho nada contra, ao contrário, a gente aprende muito no Exército.

 

P/1 – Quando o senhor saiu de lá, fez algum curso, alguma coisa, continuou os estudos?

 

R – Não fiz, eu só fiz alguns cursos na Avon.

 

P/1 – E o que influenciou o senhor na escolha da sua profissão? 

 

R – Foi por acaso. Eu trabalhei em outra firma como Encarregado de Produção e depois fui para a Avon, e depois passar a comprador.

 

P/1 – Então pensando assim nessa questão de vida profissional, com quantos anos o senhor começou a trabalhar?

 

R – Comecei a trabalhar com treze anos. 

 

P/1 – E qual foi o seu primeiro emprego?

 

R – Meu primeiro emprego? Foi Aprendiz de Ferramenteiro. Depois eu fui Office Boy, trabalhei em uma firma de artigos de presente, dez anos. Trabalhei dez anos em uma firma de brindes e depois eu entrei na Avon.

 

P/1 – Como foi que o senhor chegou até a Avon e em que ano foi isso?

 

R – Eu entrei na Avon em 1970 e me aposentei em 1988. Eu fui trabalhar na Avon porque meu irmão era Gerente da Avon, e ele me falou na ocasião que tinha uma vaga no follow up e eu fui, fiz um teste e comecei a trabalhar na Avon por causa disso.

 

P/1 – Follow Up? Como que era essa função?

 

R – Função de Follow Up é o seguinte, o comprador coloca o pedido, e o Follow Up segue esse pedido para ver se o fornecedor está fabricando realmente o produto e se vai entregar na data certa. Uma função muito especial porque ele que corre atrás do que o comprador coloca.

 

P/1 – E já conhecia a Avon antes deste contato?

 

R – Já conhecia.

 

P/1 – Como?

 

R – Por intermédio do meu irmão e propaganda também né.

 

P/1 – Conhecia um pouco dos produtos.

 

R – Já, já conhecia os produtos.

 

P/1 – E qual foi a primeira impressão que o senhor teve quando entrou na Avon?

 

R – Excelente. A Avon, na minha opinião, não tem quem possa falar mal da Avon. Foi excelente.

 

P/1 – Mas qual foi a sensação que o senhor teve?

 

R – Eu, quando eu entrei na Avon, eu entrei na João Dias. Então, na João Dias, era uma frente, de mais ou menos uns dez metros, e tinha um quilômetro de fundo, de comprimento. Cada comprador tinha a sua sala e depois quando foi construída a Avon Interlagos, nós fomos para lá. Aí foi uma...lá sim é uma coisa de louco.

 

P/1 – E o senhor lembra do seu primeiro dia de emprego?

 

R – Olha, primeiro dia de emprego para mim foi muito bom, porque eu saí de uma firma para uma coisa melhor, então eu gostei muito. Então, o primeiro dia para mim foi uma alegria.

 

P/1 – Mas como foi esse primeiro dia? O senhor lembra as coisas que aconteceram?

 

R – Depende do que você quer saber, não sei.

 

P/1 – Por exemplo, alguma coisa que tenha acontecido, como foi para o senhor.

 

R – É o que eu disse para você, foi uma alegria, fui bem recebido, ganhando mais, 

 

P/1 - Em qual localidade começou? Em qual setor o senhor começou?

 

R – Como?

 

P/1 – Em qual setor dentro da Avon o senhor começou?

 

R – Eu comecei como Follow Up.

 

P/1 – Depois de Follow Up, como foi a trajetória do senhor dentro da empresa?

 

R – Depois de Follow Up, eu fui convidado para trabalhar como Comprador. Saiu um comprador de cartonagem gráfica e eu fui convidado. E fiquei dezoito anos, praticamente, dezessete anos como comprador de gráfica, de cartonagem.

 

P/1 – Como funcionava assim essa profissão de Comprador?

 

R – O comprador recebia uma requisição de compras e, eu, por exemplo, colocava o pedido, tem a requisição, que é mais urgente e uma outra com tempo maior para colocar o pedido. Aí você coloca o pedido e o Follow Up começa a trabalhar em função do pedido, porque a Avon trabalha por estimativa. Então, aquilo que é, no campo é estimado, é comprado, só que a estimativa nunca é correta, nunca é uma coisa certa. Que estima em vender cinco mil e acaba vendendo vinte cinco mil ou cinquenta mil, então o Comprador tem que agilizar. Essa função principal do Comprador, é preço e tempo, e o fornecedor tem que estar preparado para isso.

 

P/1 - Então o senhor passou os outros dezessete anos nesta função?

 

R - Sempre nesta função.

 

P/1 - Quais foram os principais desafio que o senhor enfrentou.

 

R - Como Comprador, desafio é colocar o produto dentro da empresa em tempo hábil, esse é o desafio. Às vezes, não há tempo hábil, como eu falei, esse tempo de reação. Você coloca o pedido para entregar daqui dois meses e tem que entregar em uma semana. Então o fornecedor tem que estar preparado, tem que parar tudo para atender. Esse é o desafio, você tem que colocar lá dentro, senão a firma para.

 

P/1 – Como era essa relação com os fornecedores? Tinham vários fornecedores?

 

R – Vários. No meu tempo tinham oito fornecedores.

 

P/1 – Todos de cartonagem?

 

R – Feito uma cotação de preço, o melhor, com condição de fazer aquele tipo de serviço pegava o pedido.

 

P/1 – E já vinha pronto tudo?

 

R – Não entendi?

 

P/1 – Como era? Vocês pediam aí já chegava o material pronto para a montagem das embalagens?

 

R – Não estou entendendo.

 

P/1 – Quando vocês pediam o produto, já vinha tudo pronto para as embalagens ou ainda tinha algum processo quando chegava?

 

R – Você diz o processo de... o fornecedor entregava o cartucho, a caixinha na Avon, aí passa para o Controle de Qualidade, aí vai para a linha de montagem, não pode ter, o Controle de Qualidade, não pode ter rejeição senão atrasa tudo e vai para a linha de montagem. E lá, se não estiver de acordo, para também. E quando não tem material, a expedição para, porque aquilo é um volume tão grande que se tiver o produto na hora, fica de lado. Então a caixa vai faltando, a caixa fica de lado. Isso no meu tempo, hoje não sei mais como é que funciona.

 

P/1 – E existiam Compradores para outras áreas também? 

 

R – Cada área é um Comprador. Vidros é um Comprador, plástico é outro, tampa é outro, então cada área tem um Comprador. Plástico pode ter dois, três Compradores, porque plástico é muito diversificado, tem injeção, tem uma porção de coisas. Gráfica não, gráfica é aquilo, tem de etiquetas, tem comprador para todas as áreas, do meu tempo. Hoje eu já não sei como funciona.

 

P/1 – O senhor falou quais foram os seus desafios. E quais foram as maiores alegrias?

 

R – Olha, uma das alegrias é quando eu entrei na Avon. Agora a maior tristeza foi quando eu saí. Isso eu digo sinceramente, porque eu gostaria de estar até hoje. Até chorei quando saí. Isso eu posso dizer de coração.

 

P/1 – E o que considera a sua principal realização dentro da Avon?

 

R – O que eu poderia falar de realização...Não sei como falar. Eu sei que graças a Deus, eu tenho as portas abertas na Avon. Eu acho que, com isso, eu posso dizer que eu me realizei lá dentro, porque eu acho que sou bem vindo sempre. Tenho portas abertas lá. Se eu não tivesse realizado algo de importante lá, acho que não seria bem vindo.

 

P/1 – E como é o seu relacionamento com os colegas de trabalho?

 

R – Muito bom, excelente. Sempre foi bom. Não tenho queixa de colega nenhum.

 

P/1 – E o que a Avon representava para os funcionários na sua época?

 

R – Na minha época? O que eu falei para você eu vou repetir, foi tudo porque eu comecei na Avon e me aposentei na Avon, então para mim, na época eu falei, eu vou ficar nesta firma, se deus quiser, até o fim. E foi o que aconteceu.

 

P/1 – Você poderia contar algum caso pitoresco, alguma coisa engraçada que aconteceu no seu período na Avon? Lembra de algum?

 

R – Não lembro.

 

P/1- Não?

 

R -  De momento, não.

 

P/1 – Conversar um pouquinho agora sobre família. Qual o seu estado civil?

 

R – Sou casado.

 

P/1 – E qual o nome da sua esposa?

 

R – Regina.

 

P/1 – Como o senhor a conheceu?

 

R – Eu conheci trabalhando nesta firma de brindes. Antigamente, era Brindes Pombo, hoje fechou.

 

P/1 – Ela trabalhava lá?

 

R – Trabalhava. 

 

P/1 – E o senhor tem filhos?

 

R – Tenho três filhos. Duas filhas e um filho.

 

P/1 – O que o senhor mais gosta de fazer nos momentos de lazer?

 

R – O que eu gosto mais? Eu gosto de ir para a praia, dar uma caminhada e só.

 

P/1 – Para qual praia o senhor vai?

 

R – Itanhaém. Eu tenho uma casinha em Itanhaém e, de vez em quando, vou para lá. A cada 15 dias, vou para Itanhaém.

 

P/1 – Voltando a falar mais um pouquinho da Avon, qual a importância que o senhor atribui à Avon para a questão da venda direta? Essa venda de porta em porta?

 

R – A venda de porta em porta é a coisa mais fabulosa que tem. Porque, hoje eu não sei mais, quantas revendedoras a Avon tem. Agora no meu tempo já era um volume grande, fora as secretárias das revendedoras. Mais, a revendedora na Avon é o que manda. O que ela falar, está falado. Então, ela tem que ser bem atendida. Nunca pode deixar a revendedora, isso é um lema da Avon, o que a revendedora em primeiro plano. Você nunca pode deixar a revendedora sem o produto. Isso desde quando você entra na Avon, já está sabendo. Por isso que digo, como comprador, eu não podia deixar faltar material.

 

P/1 – E a maioria dessas revendedoras são mulheres né?

 

R – A maioria.

 

P/1 – O que o senhor acha desse papel que a Avon tem de inserir uma grande quantidade de mulheres no mercado de trabalho através da revenda?

 

R – Você diz a quantidade de mulheres? Você diz como? Não entendi a pergunta.

 

P/1 – É porque muitas mulheres têm a oportunidade de ter uma renda através da Avon, como revendedora. O que o senhor acha desse papel de auxiliar as mulheres a entrarem no mercado de trabalho? A terem uma renda?

 

R – Eu acho que deve. A mulher aumentar a renda dela você diz? Lógico, muitas mulheres vivem da Avon, revendendo Avon. Óbviamente, mulher tem que...é uma pena homem não poder vender Avon.

 

P/1 – Nós ouvimos que alguns estão revendendo já.

 

R – É?

 

P/1 – É.

 

R – Até pode ser que tenha o secretário da revendedora.

 

P/1 – Não só tem essa questão da venda. Através da venda direta, o produto pode chegar até os lugares mais distantes do Brasil, né?

 

R- A Avon entrega, você deve saber, antes era um tempo determinado de qualquer parte do Brasil. Se eu não me engano, eu não me lembro bem, parecia que eram uns sete dias, qualquer lugar do Brasil, seja onde for, a Avon vai e entrega. Isso não tem falha. 

 

P/1 - E como o senhor vê a atuação da Avon no Brasil?

 

R – Em minha opinião, a Avon no Brasil, sem dúvida, é a maior em cosméticos. E, nos Estados Unidos também, é uma das maiores. A atuação no Brasil, ela domina o mercado.

 

P/1 – E qual foi o fato mais marcante que o senhor presenciou dentro da Avon? 

 

R – Mais marcante? Deixa eu pensar (risos). Para mim foi quando me passaram de Follow up para Comprador. Para mim marcou, que eu fui, como se diz, fiquei contente, de Follow up passei para Comprador, fui promovido, certo? Para mim foi excelente.

 

P/1 – E como foi para o senhor então mudar de um cargo para outro que também tem um monte de responsabilidade. Como foi se adaptar neste novo cargo?

 

R – A adaptação não foi muito difícil porque o Follow up é muito ligado com o Comprador. Então, para mim, não teve muita dificuldade. O que eu vivia no fornecedor, sabia como era colocado o pedido. Então, para mim, não foi muito difícil.

 

P/1 - O senhor realizou muitos cursos neste período?

 

R – Fiz alguns cursos, só que infelizmente eu tenho só um diploma de Compras. Mais, eu fiz Matemática Financeira, fiz mais alguns cursos.

 

P/1 – Conta para a gente estes cursos.

 

R – Foram alguns, que agora eu não me lembro. Mas fiz alguns, sim.

 

P/1 – Todos eles voltados para esta área de Compras?

 

R – Tudo voltado para Compras.

 

P/1 – E quais foram os maiores aprendizados de vida nesta trajetória?

 

R – Aprendizado? Não sei o que eu vou falar como aprendizado. O que que você acha? Eu não sei...(risos)

 

P/2 – Isso é muito pessoal, né? O senhor ficou dezoito anos na empresa. Durante este tempo todo que o senhor ficou lá, o que que o senhor aprendeu, o que que o senhor levou como lição de vida, levou para casa para ensinar para os seus filhos?

 

R – A minha vida na Avon... começou minha vida depois que eu comecei a trabalhar na Avon, comecei a ganhar mais, aprendi a viver melhor, porque antes eu vivia, lógico, tinha colegas com nível melhor. Eu só tive que aprender. Porque o nível era elevado, eu só tive que aprender com Gerentes, Diretores...

 

P/2 - O senhor falou que tinha muitos benefícios. Quais benefícios que a Avon oferecia aos seus empregados?

 

R – Todos...o benefício era o restaurante, saúde, todos os benefícios que uma firma pode dar como creche, por exemplo. Eu acho que todos os benefícios que uma empresa pode dar, a Avon dá.

 

P/2 - Nós ficamos sabendo que teve uma greve na Avon. O senhor estava lá neste período?

 

R – Olha, que eu me lembre, teve uma vez só uma greve na Avon, mas eu não participei desta greve, e foi uma greve injusta que, inclusive, foi dado como coisa inconsequente. Alguns funcionários fizeram acampamento lá na rua, mas não deu em nada. Começaram a trabalhar no dia seguinte, se eu não me engano.

 

P/2 - Mas não chegou a prejudicar o seu setor esta greve?

 

R – Não entendi.

 

P/2 – Prejudicou o seu setor essa greve? 

 

R – Não, não prejudicou, não. Que eu me lembre não, ao meu setor não.

 

P/1 – Então o que o senhor acha da Avon estar resgatando a memória dela através deste projeto?

 

R – Eu acho excelente, porque assim, quem trabalhou há mais tempo lá, viu a Avon crescer, vai falar. E muita gente não sabe como era a Avon antigamente. A partir deste momento, o pessoal vai ficar sabendo, o que era e o que é. Essa potência que é hoje.

 

P/1 - E o que o senhor achou de fazer parte deste Projeto?

 

R - Eu não me canso de repetir. Foi excelente

 

P/1 - Bom, em nome do Museu da Pessoa e da Avon nós agradecemos o seu depoimento.

 

R - Eu que agradeço e peço desculpas por qualquer coisa.













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