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Uma vida bem vivida

História de: Joaquim Carlos Caldas
Autor: Sandra
Publicado em: 20/11/2019

Sinopse

Joaquim Carlos Caldas, o Nitão, é um iacanguense que teve e ainda tem a cidade de Iacanga como um grande palco. O maravilhoso palco da vida. Aproveitou a infância nas formas mais puras,verdadeiras e singelas que uma criança pode aproveitar. As peraltices foram também de aprendizado para que aquele garoto cheio de vida se fizesse adulto consciente de seu papel na comunidade. Contribui ainda hoje para construir a história de Iacanga... Em seus olhos é vizível ainda hoje o frescor e sonhos da criança que foi um dia.

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História completa

Joaquim Carlos Caldas, conhecido como Nitão, nasceu e foi criado em Iacanga. Menino peralta, de infância agitada e feliz. Desde bem novo, ia com os amigos nadar no rio e em uma ocasião em que nadavam , tiveram suas roupas confiscadas pelo delegado da cidade e passaram o maior sufoco para voltar para casa. Gostava muito de brincar de carrinho de rolimã e jogar futebol com os amigos. Sucedeu certa vez que durante a brincadeira com o carrinho de rolimã, um amigo que havia ganhado uma botina nova do pai, teve esta toda gasta a sola, de tanto que freava o carrinho com os pés, quando voltou para casa levou uma surra do pai. Nitão guarda muitas lembranças do pai, que era farmacêutico e que em uma de suas viagens, lhe trouxe um presente do qual ele nunca se esqueceu: uma arminha de espuleta. Entre tantas peraltices, nem tudo foi felicidades, pois um dia, ao sair de casa, foi atropelado por um caminhão bem em frente sua casa e nessa época, a rua ainda era de terra. Quase recuperando-se, levou um coice de boi. Recordando suas histórias, lembra que para viajar de um lugar para outro, o transporte era feito por carro de bois, e que demorava muito para chegar ao destino, havia também a famosa jardineira, que era um ônibus de madeira, um sucesso entre as crianças. Mais tarde, já na adolescência, Nitão gostava de frequentar na cidade as brincadeiras dançantes, que ocorriam aos domingos, das 20:00 horas até às 22:00 horas, por não ter ainda na cidade, energia elétrica, sendo esta tocada ainda por geradores. As paqueras, segundo ele, se davam no jardim da praça, onde havia um coreto, o qual recebia as autoridades. Frequentou também a famosa prainha de Iacanga, que na época, atraía turistas de toda região. Deste local tem boas lembranças e ainda hoje tem esperanças de que este local, que foi tão importante na sua infância e adolescência, se torne novamente um local de lazer para os moradores de Iacanga. Joaquim Carlos Caldas é filho de Joaquim Caldas de Souza, o autor do livro “ O município de Iacanga”, importante obra que teve como objetivo registrar e preservar fatos e acontecimentos da cidade.

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