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Uma breve história do meu ser

História de: Giovanna Maria Scarpari
Autor: Giovanna Maria Scarpari
Publicado em: 25/04/2022

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Meu nome é Giovanna Maria Scarpari Carrara Boncompagni, mas apago meus últimos sobrenomes toda vez que possível, pois eles não fazem tão parte da minha vida quanto supostamente deveriam. Fui criada pela minha mãe. Minha mãe solteira, eu filha única, mas isso não significa que éramos apenas nós duas, pois vivi cercada de primos, tios e minha amável avó. Conheci meu vô materno, mas não tenho muita memória dele, visto que faleceu quando eu ainda era pequena. A família de meu pai eu conheço alguns, mas não tenho contato. Além de minha amada família, pela qual sou extremamente grata por ter, fiz belas amizades até os meus 20 anos presente em vida. Alguns mantenho mais contato que outros e mais outros eu gostaria de rever, de 'reconversar'. Tenho uma amiga que conheço desde a infância e sinto que mesmo separadas pela distância geográfica, nossa amizade sempre existirá. Tenho ainda minha amiga de escola que ainda converso, encontro e troco grandes conversas e momentos. Agora na faculdade conheci outras pessoas, as quais espero levar na vida por um bom tempo. Eu tive momentos bons e ruins na vida como todos. Tomei decisões boas e ruins como muitos. Me arrependi de tomado certas atitudes, mas principalmente de não ter tomado. Chorei, ri, amei, senti. Ansiei. Me assustei. Conheci, aprendi. Cresci. E, principalmente, me conheci. Na verdade, é um processo. Estou me conhecendo, me descobrindo, e estou gostando disso. Confesso que foi difícil começar essa jornada de autoconhecimento, que me negligenciei demais a ponto de várias vezes cogitar desistir. Tentei desistir, mas, felizmente, falhei. Tenho medo de falhar, mas falhar em alguns momentos foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, pois só falhando pude aprender - aprender que sou humana e, como humana, sou imperfeita e tá tudo bem. Às vezes esqueço disso tudo e me preocupo demais, me critico demais, exijo demais de mim - são nesses momentos que preciso me esforçar para me reconectar comigo mesma e buscar entender o que estou sentindo, para não me perder de mim e não tomar decisões precipitadas. É, de fato, um processo e que nem em todo processo, há de haver retrocessos e progressos.
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