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História

Um operário e a política

História de: Márcio Azevedo Dias
Autor: Thalyta Pedreira de Oliveira
Publicado em: 12/07/2021

Sinopse

Sobre os desafios do sindicalismo no Brasil. Sobre as conquistas trabalhistas e políticas.

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História completa

Projeto Memória da Petrobrás Realização Instituto Museu da Pessoa Entrevista de Márcio Azevedo Dias Entrevistado por Ana Laje Mossoró, 15 de fevereiro de 2005 Entrevista número CBRNCE 05 Transcrito por Écio Gonçalves da Rocha Revisado por: Leonardo Dias de Paula P – Boa tarde. R – Boa tarde, Ana. P – Eu queria começar, que o senhor dissesse pra gente o seu nome completo, local e data de nascimento. R – Meu nome é Márcio Azevedo Dias. Eu nasci em Natal, no dia 8 de setembro de 1960. P – Agora, conta pra gente um pouco quando e como se deu o seu ingresso na Petrobrás. R – Olha, eu já tinha orgulho da Petrobrás antes de ser empregado da Petrobrás. Tinha amigos que trabalhavam na Petrobrás, e eu sempre via a Petrobrás como uma empresa grande, uma coisa, assim, muito importante no Brasil. E tive a oportunidade de fazer o concurso em 1984, no dia 27 de fevereiro de 1984. E, no dia 3 de março de 1985, eu fui convocado para fazer o curso de Inspetor de Equipamentos na cidade de Aracajú. E passei aí praticamente o ano todo fazendo o curso, e fui efetivado nos quadros da Petrobrás no dia 2 de dezembro de 1985 após a conclusão do curso e do estágio, quando eu então fui trabalhar na cidade de Alto do Rodrigues, no Rio Grande do Norte. P – Agora, fala um pouco pra gente dos locais que você trabalhou pela empresa. Você começou trabalhando... R – É, comecei trabalhando em Alto do Rodrigues. Alto do Rodrigues é uma cidade que fica a 240 quilômetros de Natal, fica a 160 quilômetros aqui de, praticamente 160 quilômetros de Mossoró pra lá. E lá eu comecei no Setor de Inspeção de Equipamentos. Era antigamente SEIEQ, justamente Setor de Inspeção de Equipamentos, onde eu dei os meus primeiros passos como empregado efetivado na companhia. P – ... E depois disso você ... R – Aí, depois disso, eu fui transferido para Mossoró. Em Mossoró, eu cheguei, eu fiquei de 1987 em Alto do Rodrigues e em 1987 fui transferido para Mossoró, onde estou até hoje. P – E como era o trabalho da Petrobrás aqui em Mossoró em 1987? R – Olha, como a Petrobrás, em todo local onde ela começa a se estabelecer, vem a fase de pesquisa, exploração, perfuração e etc. e produção. É sempre um trabalho muito difícil. Nós observamos que é aquela dificuldade. É tudo difícil. Geralmente as cidades onde a Petrobrás vai desenvolver suas atividades são cidades que não têm infraestrutura, tanto do ponto de vista infraestrutura da cidade, como moradia, serviço público, de saúde etc., como também do ponto de vista das coisas do interesse da própria empresa, como máquinas, equipamentos, peças, enfim, material de consumo. Então, a Petrobrás se estabeleceu aqui como em várias cidades e teve que trazer tudo de fora. E, às vezes, tem até que incentivar o problema de moradia, ajudar no serviço público de saúde principalmente. Eu lembro que aqui em Mossoró nós tivemos uma época, eu acho que em 1987, 1988, que a Petrobrás teve que ajudar pra que viessem médicos, ajudar pra que viesse financiamento para moradias. O aluguel era muito caro. Porque ela mexe com a estrutura da cidade. A Petrobrás é uma empresa muito grande. Onde ela vem, ela vem a Petrobrás e vem atrás... P – Atrás, vem o desenvolvimento. R – ...uma série de empresas contratadas. Empresas grandes, inclusive, vêm junto com a Petrobrás. Então, ocorre um choque de desenvolvimento. Então, isso dificulta. Se, por um lado, é um ponto positivo do ponto de vista do desenvolvimento, mas, por outro lado, é um choque pra cidade onde ela se estabelece. E também é um choque pras pessoas que vêm, porque não encontram aqui as melhores condições para a sua sobrevivência, qualidade de vida e etc. P – E você sofreu esse choque quando veio pra cá? De Natal pra cá? R – É, eu tinha. Naquela época era solteiro, então não tive muita dificuldade porque eu já tinha tido a experiência anterior à Petrobrás de morar fora de casa. Eu trabalhei no Projeto Jarí. Então eu tive... P – Desculpa, o que é o Projeto Jarí? R – ... O Projeto Jarí é no sul do Pará, no meio da Floresta Amazônica. Então, eu morava só e quando cheguei tive uma certa condição de me adaptar porque era solteiro. Então, procurei logo conseguir um local pra morar e tal. Mas eu percebi, via a dificuldade dos colegas, dos companheiros casados. Às vezes, a família não se adaptava por problema de clima. Aqui é uma região muito quente. Tem problema de poeira. É o problema da educação dos filhos; vinha a questão da saúde; transporte coletivo com muita dificuldade. Aí havia realmente um transtorno. Eu, por exemplo, eu não sofri assim um choque, no meu ponto de vista, mas eu não posso pensar só em mim. Eu tenho que também pensar nos outros colegas. E eu via essa dificuldade. P – E me conta uma coisa. Quando você pensa em Petrobrás, qual é a lembrança marcante que você tem que vem primeiro na sua cabeça? R – A lembrança mais marcante, por incrível que pareça, em relação à Petrobrás, para mim, foi antes de eu entrar na Petrobrás. Porque eu sempre via a Petrobrás como uma coisa muito importante pro Brasil. Tinha muita vontade de trabalhar na Petrobrás. Uma empresa grande, uma empresa que é a cara do Brasil. Isso marcou muito a minha vida em relação à Petrobrás. E é evidente que eu já sentia orgulho da Petrobrás antes de entrar, como eu disse. E, depois que entrei na Petrobrás, eu fiquei duplamente orgulhoso porque eu entrei na maior empresa do Brasil e comecei a desenvolver atividades na área do sindicato. Justamente em 1988, já 1988, 1989, 1990, veio aqui o governo Collor. Então eu tomei uma decisão de participar da luta. Eu via aquela, eu me identificava com aquela luta. Eu via o que estavam querendo fazer com aquela empresa que eu admirava e admiro tanto. E o governo Collor queria atacar duplamente a Petrobrás, demitir muita gente. Então eu tomei uma decisão, naquela época, de participar do movimento. Então, o que marca muito na minha vida é isso, é o que a Petrobrás representa para o nosso país. Isso é muito forte. P – Você sempre foi filiado ao sindicato, desde que entrou? R – Sempre, desde que entrei. Eu tinha uma coisa comigo. Quando eu estava fazendo o curso em Aracajú, dos bolsistas eu era o único que, quando via o pessoal do sindicato, ia receber o informativo do sindicato lá em Aracajú naquela época. Era em 1985. Então eu, durante o curso, eu, na hora de entrar e tal, na portaria, eu via o pessoal distribuindo aquele material do sindicato e eu ia lá e... E os outros colegas já me chamavam de sindicalista por isso. Eu nem imaginava que algum dia iria me tornar um sindicalista. Mas já faz 15 anos que eu, acho que vou entrar agora em 16 anos que eu faço parte da luta sindical. P – E quais os cargos que você exerceu no sindicato? R – Olha, eu fui delegado sindical. O primeiro cargo que eu... Antes, porém, eu tive até um período que eu não exercia, não tinha cargo sindical, mas já existia aquela atividade, o ativismo. Eu até fui punido por isso. Eu tive 29 dias de punição em 1990, no governo Collor. Em março, teve uma greve por conta das demissões e eu então participei do comando da greve. E por não ser do sindicato, não ter nem um tipo de imunidade nem de estabilidade, eu fui punido com 29 dias de suspensão. Aí, posteriormente, houve uma eleição da Cipa, eu me candidatei para a Cipa, fui eleito... P – Desculpa, o que é que é Cipa? R – A Cipa, Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Aí fui eleito pra Cipa, um dos mais votados por sinal, e em seguida participei da eleição do sindicato pra um cargo de Delegado Sindical aqui da região de Mossoró. Depois, fui reeleito novamente Delegado Sindical. Depois, fui eleito Secretário Geral e hoje fui novamente. Estou no último mandato de Secretário Geral da nossa entidade aqui no Rio Grande do Norte. P – E qual é o momento, nessas lutas sindicais, que você participou, que você considera o mais significativo? R – Olha, vou falar pra você: são tantos. Sempre os momentos de greve, foram várias, em 1988, em 1990, 1994, 1995. Agora, o que marcou muito na minha vida, na luta política sindical, na minha vida do movimento, foi ter podido... a partir das experiências dos trabalhadores anteriores, que o movimento sindical já é antigo. O movimento da sociedade civil mais antigo, pode-se dizer assim, de mais longa existência, é o movimento sindical. Desde o século XIX, já no final do século XVIII, começo do século XIX. E essa experiência a gente percebe que ela vai passando de geração pra geração. Ela vai sendo acumulada. E o que me marcou muito foi eu poder ver esse movimento que fez com que chegasse à Presidência da República um operário, um sindicalista. Eu me lembro que, em 1989, eu não era do sindicato, mas comecei a participar da luta política. E por incrível que pareça, em 1989, o mandato era Fernando Collor contra Lula, no segundo... (PAUSA) R – Então veio a redemocratização, veio o Collor com aquela história toda dos marajás, enganando muita gente. E eu comecei então a ter um interesse particular pela política, a ler mais, a procurar ver. Tinha as assembléias do sindicato. Os sindicalistas falavam sobre as eleições, a importância de o trabalhador participar, de procurar compreender o significado daquelas eleições pro nosso país. E então eu comecei a participar, a ter uma visão crítica em relação ao Collor. Eu não era um trabalhador politizado naquela época, mas em função das assembléias, da leitura e do dia a dia do ambiente de trabalho, das discussões. Sempre tinha aquela conversa: “E aí, quem é o melhor candidato?” e etc e tal. Então, eu fui tendo uma visão crítica em relação ao Collor de Mello e passei então a participar da campanha. Eu entrei aqui no comitê de apoio à campanha de Lula em 1989. E, a partir daí, então, eu continuei participando, começando a compreender quais os partidos, quem era quem, correntes políticas, essa efervescência toda. E, em 1990, acabei me filiando ao PCdoB, o Partido Comunista do Brasil, por influência justamente desse período de luta de 1989, de política, da luta política e etc. e tal. Mas isso, veja bem. Então eu, depois de tanto tempo no movimento sindical, eu percebo o que? Que o momento mais marcante realmente de tudo isso foi ver Lula chegar a ser Presidente da República. Eu posso dizer com convicção que essa eleição, essa vitória que nós obtivemos foi fruto de um acúmulo de muitos e muitos anos atrás, das experiências, das derrotas, das greves, das passeatas, dos debates. Então, foi sempre como se fosse um tijolinho sobre tijolinho até chegar aonde nós percebemos que os trabalhadores chegaram, à Presidência da República do Brasil. P – E, na sua opinião, qual é a principal conquista do sindicato pros trabalhadores? R – Olha, a principal conquista, se você pensar assim do ponto de vista corporativo, é ter ano a ano um acordo coletivo, se você pensar aqui do ponto de vista da Petrobrás. É ter todos os anos uma luta numa campanha reivindicatória, a renovação de um acordo coletivo, mesmo nos momentos mais difíceis, na época do Collor, na época do Fernando Henrique Cardoso; terrível, perseguição, era aquela coisa. Eu lembro que os companheiros não queriam nem se aproximar de nós sindicalistas. Às vezes até acenavam de longe, tinham medo. Então eu... Mesmo nesse momento, o sindicato, nós soubemos, juntamente com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), nós soubemos preservar essa conquista do acordo coletivo e renovar ano após ano. Isso era do ponto de vista corporativo. Do ponto de vista mais geral da sociedade, a maior conquista nossa é exatamente o que? É poder ver os trabalhadores discutindo política, discutindo sobre democracia, reivindicando, quebrando, mesmo com dificuldade, mas, em muitos momentos, quebrando corporativismo, procurando se relacionar com outras categorias de trabalhadores, com a sociedade. E ter participado dessa luta para eleger um Presidente da República. Isso é muito forte. É uma conquista muito grande. É uma coisa que está marcada para sempre. Seja qual for o resultado do Governo Lula – que eu acredito que esse governo vai à frente, ele vai avançando cada vez mais –, mas esse fato em si é uma conquista muito forte. Ele era um operário. Eu me lembro, quando eu era pequeno, o meu pai sempre dizia que era muito difícil para um operário ser presidente de um país como o Brasil. E hoje a gente pode ver isso. P – E, me conta agora como você vê hoje a relação do sindicato com a empresa, com a Petrobrás. R – Olha, existe, é evidente. Primeiro, empresa é empresa, sindicato é sindicato. Isso não acaba nem com o Governo Lula, nem com qualquer governo que venha aí. Isso é uma, é água e óleo. Empresa é empresa, sindicato é sindicato. Cada um tem o seu interesse. Agora, existem, dentro desse antagonismo, possibilidades. Quais sejam, por exemplo, a empresa pode muito bem adotar uma postura, como vinha acontecendo há muito tempo, uma postura autoritária, intransigente, de não querer conversar, de não respeitar mesmo o movimento sindical, de sempre querer menosprezar, pisar, diminuir. Essa é uma das... que a Petrobrás antes tinha essa postura. E existe também a possibilidade de haver respeito, de haver diálogo, de haver uma condição de discutir as divergências e, cada qual preservando os seus interesses, chegarem a um denominador comum. Hoje eu vejo que existe respeito. Cito sempre um exemplo, nunca me esqueço. Em governos anteriores, discutir problemas referentes a trabalhadores de empresas terceirizadas era praticamente impossível. Não existia praticamente o mínimo espaço pra isso. Hoje, existe. Hoje, a Petrobrás fez até um seminário com os sindicatos para discutir as terceirizações. Hoje, nós sabemos quantos trabalhadores terceirizados tem no sistema Petrobrás. Nós não tínhamos. Nós tínhamos estimativas, teses e etc. e tal. Tenho até a minha dissertação. Ela trata um pouco sobre a terceirização da estruturação produtiva, onde eu terminei o meu curso de graduação. E eu fiz exatamente, mas eu pude estimar na época. Mas hoje, depois do seminário, nós vimos números mais claros, o respeito, de discutir... P – O que você acha dessa terceirização? R – Olha, a terceirização é... tem se configurado numa grande sacada para a empresa que terceiriza. Mas tem se configurado também como um grande problema para os trabalhadores. Nós, ao longo desses anos todos em que eu estou à frente do sindicato, eu não vi uma terceirização que tivesse ou pudesse ser caracterizada como relação de ganho para os trabalhadores. São empresa que dão calote, são empresas que não respeitam os direitos dos trabalhadores, são empresas que burlam as leis. Nós estamos agora com um problema terrível aqui na (Raribuba?), que é uma empresa grande que tem aí uma jornada e um regime de trabalho esdrúxulo. É uma exploração realmente. Esse é um dos exemplos. Tem aí outras empresas como (Napi?), enfim, Sotep, empresas que deram calotes, aqui, terríveis. Então, a terceirização, até prova em contrário, ela não tem cumprido com o mínimo de responsabilidade social. É algo muito ruim para os trabalhadores. Aí alegam sempre que: “Não, mas isso tem gerado empregos e tal”. É, os empregos vão sempre ser gerados na medida em que haja possibilidade de produção. Então é alguma coisa que os sindicatos sempre vão lutar contra. A terceirização é muito ruim, relações de trabalho deterioradas. É algo terrível. P – Agora, mudando um pouco de assunto: tem alguma história que você queira contar pra gente, uma história engraçada ou, sei lá, pode ser triste, que tenha ocorrido com você durante esse tempo que você trabalha aqui, que você queira contar pra gente? R – Olha, a partir do momento que eu comecei a me envolver mais na atividade sindical, então eu tenho sempre, a minha vida gira invariavelmente em torno desse tema. Uma história engraçada que eu lembro, antes de ser do sindicato, foi que... Eu sou Inspetor de Equipamentos, hoje Técnico de Inspeção. Mas eu fui fazer uma inspeção aí num determinado oleoduto, e precisava limpar a área de domínio, a faixa de domínio do duto. E aí, quando foi pra lá um trator, o proprietário da terra foi abrindo fogo contra o trator. Isso me chamou a atenção. Na época, foi engraçado porque realmente ninguém saiu ferido, mas poderia ter sido trágico. Mas me chamou a atenção. E, na minha vida sindical, as histórias mais emocionantes que tem são relativas aos movimentos, às greves. A greve de 1995 foi uma greve muito forte. Greves de empresas privadas. Aqui, recentemente eu tive que enfrentar uma greve junto com os trabalhadores que resolveram espontaneamente entrar em greve, os trabalhadores de uma empresa chamada Rolim, que presta serviço aqui em Mossoró, na oficina de manutenção. E eu me envolvi na greve, dei apoio, participei durante 13 dias. E hoje estou sendo processado por isso. A empresa, o proprietário da empresa disse que eu que incentivei, eu que manipulei os trabalhadores. E já foram vários processos que eu estou enfrentando por conta disso. Mas é praticamente impossível um sindicalista perceber e ver a dificuldade, o sofrimento, o desrespeito aos trabalhadores, e não se envolver. Se me processarem por isso, eu estou satisfeito. P – Satisfeito é ótimo. R – Estou satisfeito. P – Agora, pra gente encerrar, eu queria que você me dissesse o que você achou de ter sentado aqui e ter dado o seu depoimento, o que você acha do Projeto Memória. Qual é a sua avaliação? R – Olha, eu até fiquei arrepiado porque, quando eu me vi entrando eu sempre vejo algumas vezes alguns comentários no meio dos trabalhadores da Petrobrás, os companheiros. Alguns dizem que nada mudou com a eleição do novo governo, presidente Lula. Outros dizem que enxergam mudanças. Eu diria que isso simboliza uma mudança de postura, de comportamento, uma mudança no sentido de haver uma abertura. Significa o que isso aqui? Significa que a Petrobrás está reconhecendo que ela não é apenas uma empresa preocupada apenas em produzir petróleo e gás ou energia, como ela se diz agora, mas que está preocupada também em fazer com que a sociedade conheça um pouco da história da empresa e dos que fazem a empresa, dos trabalhadores. Pra mim simboliza uma mudança de postura muito importante. Eu acho maravilhoso poder estar aqui, poder falar um pouco sobre a nossa história, das experiências, das lutas, das derrotas, das vitórias. É muito bom, muito importante. Acho que está de parabéns, a Petrobrás está de parabéns, os trabalhadores, o movimento sindical, de poder ter tido esse entendimento de fazer esse projeto. P – Então, agradeço o senhor. Muito obrigado pela sua participação. R – Eu que agradeço. Eu espero que vocês sejam muito felizes na tarefa que vocês estão fazendo, que é muito bonita, é muito importante pro nosso país. P – Obrigada. FIM DA ENTREVISTA
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