Busca avançada



Criar

História

Sonhando sempre mais

Sinopse

Saiu de Sergipe para ir ao Rio de Janeiro. Teve três filhos com um mecânico. Vieram para o Rio de Janeiro procurar uma vida melhor. Chegando no Rio, ela fez um curso de capacitação pessoal e profissional. Enviou alguns currículos e entrou na área de agente de saúde. Sonha em fazer faculdade.

Tags

História completa

P/1 – Então por favor, começa com o seu nome completo, local e a data de nascimento.

 

R – Meu nome é Kizzes Daiane de Jesus Santos, 21 de julho de 1988, eu nasci em Aracaju, no estado do Sergipe.

 

P/1 – E como é que você veio aqui, o que te trouxe pro Rio de Janeiro?

 

R – Bom, em 2009 eu já era casada, já tinha dois filhos e eu vim pro Rio de Janeiro pra oportunidade de emprego, de maior… as empresas aqui na função do meu esposo, que é mecânico.

 

P/1 – Que é?

 

R – Mecânico.

 

P/1 – Mecânico. Então você veio a trabalho?

 

R – Isso.

 

P/1 – E aí quando você chegou aqui qual que foi a sua primeira impressão do Rio de Janeiro?

 

R – Bom, cheguei num local até então desconhecido na responsabilidade de proporcionar um conforto para a sua família é difícil, mas deixando um pouco as dificuldades de lado, eu tentei visualizar a oportunidade de me estabilizar em um emprego, já tinha um tempo sem trabalhar, de carteira assinada, eu trabalhava, então eu queria ter essa oportunidade de conhecer melhor, de estar apta, para também trabalhar no comércio vigente aqui no Rio de Janeiro.

 

P/1 – Que que você fazia em Aracaju?

 

R – Em Aracaju eu também era dona de casa e estudante, eu já tinha dois filhos. E depois com a conclusão do ensino médio, como eu já tinha filho, eu fiquei impossibilitada, na minha visão, de fazer uma faculdade, então os meus projetos foram paralisados. Eu tava procurando uma oportunidade para trabalhar, mas ao mesmo tempo tinha aquela dependência de quem deixar os meus filhos. Apesar de eu morar com os meus familiares e poder deixar com os meus familiares, mas criar filho é complicado e como eu tive filho na adolescência, era mais complicado pra mim ainda.

 

P/1 – Hoje os seus filhos têm quantos anos?

 

R – Bom, o mais velho tá com sete, o do meio cinco e o mais novo, dois anos.

 

P/1 – Você tem três filhos?

 

R – Três filhos, quando eu cheguei no Rio de Janeiro eu só tinha dois, mas em 2009, lá em maio, eu engravidei e tive um em 2010.

 

P/1 – E o seu marido, onde ele trabalha?

 

R – O meu esposo ele é mecânico autônomo, ele trabalha por ele mesmo.

 

P/1 – Certo, e aí você veio morar exatamente aonde?

 

R – Eu vim morar...eu passei um mês morando na casa do meu cunhado, irmão dele aqui no Rio de Janeiro. Após um mês eu já arrumei emprego fixo, nós fomos morar, que até hoje moramos, em casa alugada.

 

P/1 – Então você mora aqui pertinho do Projeto Condomínio Digital?

 

R – Isso. Cerca de duzentos metros de distância. 

 

P/1 – E como é que você ficou sabendo desse projeto?

 

R – Bom, no ano de 2011, eu decidi que eu poderia ainda mudar a minha história. Eu não poderia ficar parada nessa situação, encostada, então eu coloquei o meu filho na creche, ele já tinha completado um ano, o mais novo, botei ele na creche e na creche eu vi um mural, o chamado para participar de uma seleção para participar do Condomínio Digital, aí eu me interessei, vim falar com...no momento quem estava aqui era a Cristina, a educadora do BBS, ela me orientou, me passou as informações e falou que eu não tava tão encaixando nas revisões que ele queria, mas ia fazer de tudo pelo fato de eu tá empenhada naquele objetivo, de abraçar,ela falou pra eu fazer de tudo, que eu já estava quase no limite da faixa etária de idade permitida, então por esse motivo ela ficou em dúvida, mas ela conversou com a Raquel, que é a coordenadora, e elas assim, permitiram que eu fosse fazer o curso.

 

P/1 – E como que você recebeu a notícia que você foi selecionada?

 

R – Bom, eu tava muito ansiosa porque eu sabia que era a oportunidade que eu tinha de fazer o curso, que até então eu não tinha nenhuma formação de informática e eu tinha desejo de aprender. E eu tava muito ansiosa esperando essa ligação. Após receber essa ligação eu fui chamada, eu falei: “Eu vou imediatamente.” E na oportunidade eu conheci como era a disciplina, como era toda a metodologia. Aceitei e comecei a participar. 

 

P/1 – E aí como é que foi o seu primeiro dia de aula? Você se lembra?

 

R – É, a gente se sente um peixe fora d’água porque como eu já terminei o ensino médio há muito anos atrás, você conviver com jovens que tão concluindo, outros que têm a mesma idade que você e sabendo que vai lidar com pensamentos diferentes, com objetivos diferentes, então é complicado. Você fica...eu fiquei um pouco retraída num momento, deixando eles se expor, pra depois entrar com o pouco de experiência que eu já tinha, por ter tido três filhos, passado por essa experiência toda, então aos poucos...nos momentos necessários eu fui incrementando com a experiência. 

 

P/1 – Como é que o seu marido, sua família recebeu o fato de você tá fazendo esse curso?

 

R – Não, pelo fato de esse curso proporcionar uma oportunidade e um impulso maior para trabalhar no comércio atual, eles receberam com bastante alegria pelo fato de eu estar parada um pouco com relação a estudo. E a oportunidade de fazer o curso gratuito e próximo da minha residência, me dando liberdade também de após o curso eu pegar meu filho e ter uma casa, ter uma vida normal, não prejudicou muito não as minhas funções de diárias, entendeu, então eles receberam com muita alegria pelo fato de eu tá, naquele momento, tomando a decisão de recomeçar. 

 

P/1 – Das coisas que você viu no curso, fala um pouquinho assim, quais foram as aulas que você mais gostou, que você sentiu que realmente foram importantes e transformadoras pra você.

 

R – Bom, as aulas de DPS que tem como objetivo...

 

P/1 – O que que é DPS?

 

R – Desenvolvimento Pessoal e Social, que tem como objetivo desenvolver um pouco essa parte sua, seu autoconhecimento, sair promovendo e você vai percebendo que você, coisas que até então eram desconhecidas. Por exemplo, eu não me achava tão forte como hoje eu me acho, entendeu? Eu acho que essa força que existe em mim, que até então era desconhecida pra mim, foi o que me deu aptidão para hoje eu estar aonde eu estou, entendeu? E essas aulas de DPS foram importantes pelas dinâmicas que ele proporciona, a mobilidade melhora em alguns projetos e seleções principalmente de trabalho, na parte de TIC, Tecnologia da Informação e Comunicação, te dá a oportunidade de conhecer um pouco esse mundo de Excel, Word, esse mundo de informática para trabalho. E nas aulas de, que eram as aulas de CRT, Conselho de Relações de Trabalho, dá a oportunidade de conhecer esse mundo de trabalho, suas éticas. Então ele capacita pra você estar propício para as atividades permitidas onde eu trabalho. Então ele dá a oportunidade. Então essas matérias são muito importantes pelo fato dessa preparação total para o trabalho hoje, então elas preparam muito bem. É uma coisa diária, quatro dias da semana, você trabalha aqui, eu foco em cima daquilo, você vai aprendendo e tendo a oportunidade de errar pra aprender. 

 

P/1 – Você falou o curso te proporcionou a fazer o que você faz hoje. O quê que você faz hoje?

 

R – Hoje sou agente comunitária de saúde. Eu participo de uma equipe, Equipe que tem agentes, então as aulas de DPS, com relação a trabalho em equipe, foco de trabalho em equipe me ajuda hoje a entender mais as pessoas e às vezes não me impor muito, entendeu, eu era...um pouco do fato de eu ser mãe, ter que me impor aos meus filhos, às vezes acaba levando um pouco pro trabalho isso, entendeu, então me proporcionaram isso, as aulas de TIC me ajudaram na informática, que eu não tinha muita informática, e as aulas do Conselho me ensinaram muito com relação ao que eu exerço dentro da minha função, por exemplo, alguns relatórios.

 

P/1 – E dentro do curso assim, quais foram...você tem alguma história, alguns momentos que foram marcantes pra você?

 

R – Bom, dentro do curso, eu tenho um momento marcante que foi com relação... que eu fiquei sabendo no dia que nós estávamos voltando da visita que nós fizemos a Chevron lá em Caxias. Nós fizemos uma visita lá e eu fiquei sabendo pela menina lá, que até então eu não sabia essa história, no caso, da minha vaga, que por insistência da Cristina pra ela eles permitiram a oportunidade de eu estar fazendo o curso, então aquilo ali me alegrou muito porque, os bastidores não aparecem, não aparece nada, a discussão, mas o que tá por trás, todo o trabalho que foi da Cris, a insistência dela por ter conseguido me dar a oportunidade, pra mim foi bem comovente, foi bem relevante.

 

P/1 – Eu sei que tem projetos aqui que vocês fazem em grupos.

 

R – Isso.

 

P/1 – Teve algum projeto que tenha sido muito legal, que você gostou muito de fazer, que tenha te acrescentado coisas novas?

 

R – Teve o primeiro projeto que é muito interessante, que era numa comunidade, pra você conhecer um pouco da comunidade, eu cheguei num caso que tinha dois anos só, então não conheci aquela história das coisas, e nessa oportunidade que eu tive de fazer esse projeto, eu fiquei com a parte também da segurança, eu fiz uma entrevista com o delegado da delegacia aqui e conheci um pouco dessa parte de segurança, quais são as proteções e quais são os índices que eles têm aqui, então aquilo ali pra mim foi bem, foi bem interessante mesmo, me enriqueceu muito. 

 

P/1 – E assim, o que que te motiva, o que que te motivou, você mais ou menos falou mas o que mais te motivou pra te trazer a participar do projeto?

 

R – Bom, a motivação pra participar do projeto foi uma coisa pessoal mesmo, que eu senti que teria que mudar, já tinha meu terceiro filho, três filhos já, eu tenho uma responsabilidade enorme para cria-los, educa-los, eu tinha que eu pensar um pouco em mim também, porque eu ia continuar vivendo assim como dona-de-casa, dependendo do meu esposo, acho que eu não poderia ficar a vida toda dessa forma, então, esse objetivo que eu tracei de buscar novas metas, ter a oportunidade de reconstruir os meus sonhos que até então já tinha acabado de conseguir algum emprego que desse estabilidade, alguma coisa, então quando eu entrei no Condomínio Digital eu percebi que ainda havia tempo para poder eu regressar, voltar um pouco no passado, pensar até as tensõesque eu tinha, as metas que eu tinha traçado, os objetivos, e dependendo da minha condição hoje, o que eu poderia ser, entendeu, então foi bem importante o Condomínio Digital nesse fato, pra demonstrar que eu poderia fazer muitas coisas sim, eu tinha capacidade sim e nem tudo estava perdido naquele momento.

 

P/1 – E quais foram, você teve desafios durante esse período?

 

R – Bom, o que acontece, cada aula é um desafio pra gente, porque vai chegando na metade, vem aquele negócio, vem as obrigações que nós tínhamos que fazer. Tem aulas que, por exemplo, que foi a que a gente tinha que escrever os nossos sonhos, as nossas metas e nossos objetivos. Nesses sonhos, nesses objetivos, eles nos ensinam o que realmente é uma meta, como construí-la, esses objetivos. Então essa aula, principalmente, é uma aula de ou vai ou não vai, então essa aula foi muito importante por esse fato, a gente conheceu, aprendeu como nos programar e sempre estar administrando o nosso tempo em relação a isso, seu objetivo qual é, você tem objetivo de ingressar na faculdade, de arrumar um emprego, como é que você vai fazer pra isso, então essa aula foi importante nesse sentido, de construir um emprego fixo, entendeu, procurar fazer a faculdade, e por esse motivo, dessa aula, que eu estabeleci algumas coisas que hoje, por exemplo, eu fiz. Bem no finalzinho do curso chega a parte de entregar curriculum, após entregar vários currículos, e como eu tenho três filhos, é bem complicado a vaga surgir. Quando surgia, vinha “não, você se enquadra na vaga e tal”, mas vinha a outra entrevista, que era a entrevista de conhecer, com quem você mora, então quando chega na parte de filhos e tal, isso pesa um pouco, a gente sabe que pesa, mas é, eu aprendi uma frase com a Cris: quando as portas estão fechadas, não quer dizer que você não é capaz, mas uma oportunidade maior ainda está vindo pra você, então a questão é não desistir, e eu não desisti, passei mais ou menos dois meses entregando curriculum, fazendo entrevista, passando por vários processos, e não obtive sucesso. Teve oportunidade após a finalização do curso já, oportunidade de fazer um processo seletivo na minha comunidade como agente comunitária de saúde. Então, esse folheto foi distribuído por toda a comunidade, e ficou um ali na porta do Condomínio Digital. A Cris viu e eu tinha me comunicado a semana retrasada com ela, antes dessa anunciação, ela ligou pra mim e falou dessa oportunidade. Aí eu desci, meia desanimada, mas ela insistiu, meio que falei: “Não sei onde é, né”, me indicou, fui, fiz a inscrição pro curso, primeira etapa tava concluída, aí vinha a segunda etapa que era a prova, então ela me deu material pra estudar, me incentivou a estudar, eles me incentivaram, então eu estudei e passei em terceiro lugar. Após passar, minha alegria, ficou numa euforia toda a Cris, mais animada até do que a gente, e fui pra entrevista. Antes da entrevista, sabendo a data da entrevista eu vim aqui, pra procurar com a coordenadora Raquel e o Lincoln, ver essa função, que hoje realizo com muito prazer, pra mim entender essa função pra poder estar apta para a entrevista. O Lincoln que era responsável pelo trabalho, ele fez uma pequena entrevista comigo, uma simulação, mais ou menos as perguntas que poderiam ocorrer, me dando aquele incentivo, então eu achei que tava preparada, me senti segura e fui, e com o somatório da prova mais a entrevista eu fiquei em primeiro lugar, então foi uma alegria enorme pra todos nós, porque foi uma vitória não só minha, mas de todos que me ajudaram, então o Condomínio Digital foi muito importante nesse sentido. Não é uma função trabalhista que você tenha no currículo, mas eu passei em função deles, quer dizer, me ajudaram, me incentivaram, me deram toda a capacidade que eu achava que eu não tinha, mas eles me proporcionaram mesmo. Estou há cinco meses trabalhando já, e estou muito feliz por esse motivo, por ter a oportunidade de participar desse curso e conhecer pessoas maravilhosas que estavam aqui para ensinar diariamente, pegar no nosso pé e exigir aquilo realmente que eles querem, eles proporcionam também momentos alegres, descontraído, e nos ajudam não só na parte de conhecimento, mas na parte também de familiar, eles estão aqui disponível pra gente conversar com eles, então esse foi o curso que me proporcionou isso, amizades, me proporcionou alegrias, e um recomeço pra minha vida.

 

P/1 – E como é que você se sente hoje tendo uma profissão, tendo seu próprio rendimento?

 

R – Bom, hoje, após a realização, eu me sinto realizada, porque eu vi que os seis meses que eu passei aqui foram seis meses de aprendizado, muito aprendizado, e que através desse aprendizado eu consigo exercer a minha função. Qualquer dúvida que eu tiver eu posso vir aqui que eles estão pra me instruir a não tomar certas atitudes e tal, entendeu, então hoje eu me sinto feliz por estar nessa função, porque é o que eu realmente buscava, trabalhar de segunda a sexta, 40 horas semanais, cuidado com a minha família ainda, entendeu, então hoje eu estou feliz por esse motivo, por ter conhecido novas amizades, por ter passado por um projeto que não só passou mas permanece, onde as pessoas permanecem. Ter um rendimento é bom, claro, você tem a liberdade de sair, você ter seu dinheiro, e ter a oportunidade de proporcionar também um maior aconchego pros meus filhos, claro, eu divido com eles também.

 

P/1 – Você já se deu um presente com esse dinheiro que você ganhou?

 

R – Já, todo mês, todo mês. É como a Cris sempre fala: “Kizzes, você tem que parar, fazer isso mesmo, vou dedicar esse mês pra mim. Porque não é que você vai ficar vaidosa ou vai, não, mas, elevar um pouco sua autoestima, levantar, assim e tal”, pelas indicações dela, se for longe a gente gasta tudo, entendeu? Mas ela é bem, bem relevante nessa parte assim, ela fala: “você tem que parar um mês e falar assim ‘não, eu vou me dedicar a mim, vou comprar isso que eu mereço, trabalho e mereço’”, trabalhando e seguindo bem as dicas da Cris.

 

P/1 – E quais são os seus objetivos agora?

 

R – Objetivo agora? É esperar um pouco, como eu falei, o mais novo crescer, que ele tem dois anos, prestar uma faculdade, fazer faculdade, eu sempre tô vindo aqui, às vezes pra saber de alguns concursos que abrem, aí eles imprimem, eu falo que quero fazer concursos públicos, arriscar essa carreira, pelo horário, que é bom, entendeu, então meus projetos são esses agora: esperar um pouco o mais novo crescer e daqui a uns dois anos ingressar na faculdade.

 

P/1 – O que que você pretende fazer?

 

R – A faculdade que eu sempre quis fazer até então Administração, mas como eu entrei na área da saúde, eu tenho a oportunidade de crescer dentro do meu âmbito, que é saúde, eu pretendo fazer alguma coisa dentro da área da saúde, eu não tenho certeza ainda, mas eu quero exercer alguma função dentro da saúde agora, porque já que estou dentro, trabalhando, é mais fácil conseguir emprego lá dentro.

 

P/1 – E os seus sonhos, Kizzes, quais são, o seu sonho?

 

R – O meu sonho mesmo, hoje, como eu não tenho casa fixa, eu moro de aluguel, é construir uma casa, então pra isso eu, como eu estou trabalhando hoje, fica mais fácil você sentar com o seu esposo, entendeu, construir um pouco e dividir isso com ele, e como eu tenho agora, eu sou mãe de família, eu tenho família, eu tenho que estabelecer as coisas de acordo com as minhas condições hoje, então a minha condição hoje é: eu trabalho, tô querendo dar um conforto maior pros meus filhos juntamente com meu esposo, e daqui a uns dois anos, três anos, ter uma casa própria. 

 

P/1 – Tem alguma coisa, o horário tá acabando, que você precisa ir. Tem alguma coisa que você gostaria de dizer sobre o período que você teve no Condomínio Digital que eu não te perguntei, que você acha importante dizer?

 

R – Bom, a coisa mais importante que eu tenho a dizer, o que acontece, quando a oportunidade lhe é facultada pra você participar de um curso, você tende então a dizer: “Não, mas será mais um curso no meu curriculum”, mas não é bem assim. O Condomínio Digital, além de ser um curso preparatório, é um curso que sempre, que as pessoas que estão na frente estão disponíveis pra lhe ajudar no momento que for preciso, mesmo terminado o curso, então aqui você sempre vai ter o apoio que você vai precisar, se for o apoio técnico de informática, eles dão aulas, eles encaixam você em alguma aula pra você, disponibilizar aqui, se for alguma dúvida em relação a alguma prova que você vai fazer, eles falam assim: “ah, tal dia a educadora tal não vai tá dando aula, então ela vai vim, vai te ensinar”, se no final do ano você precisar passar e tá fraco nas matérias, eles sentam com você e ensinam, entendeu, então eu acho que esse curso não é aquele que carimba o seu curriculum, mas é aquele que traz um ensinamento e a oportunidade de viver a cada dia mais, tanto a sua função dentro da sua empresa, que você for trabalhar, ou a sua vida estudantil também eles te ajudam muito. 

Ver Tudo PDF do Depoimento Completo

Outras histórias


Ver todas


Rua Natingui, 1100 - São Paulo - CEP 05443-002 | tel +55 11 2144.7150 | cel +55 11 95652.4030 | fax +55 11 2144.7151 | atendimento@museudapessoa.org
Licença Creative Commons

Museu da Pessoa está licenciado com uma Licença
Creative Commons - Atribuição-Não Comercial - Compartilha Igual 4.0 Internacional

+