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Só falar não adianta

História de: Entrevista de Vera Lúcia Castelani Sarti
Autor: Thalyta Pedreira de Oliveira
Publicado em: 12/07/2021

Sinopse

Em seu depoimento, Vera Lúcia fala sobre os projetos “Prevenção Também se Ensina” e “Comunidade Presente”. Ela explica os impactos dos projetos nas comunidades e destaca algumas das principais conquistas das iniciativas, especialmente na região de Barrinha.

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História completa

Projeto: O Presente da Prevenção na Escola Realização: Instituto Museu da Pessoa Entrevista de: Vera Lúcia Castelani Sarti Entrevistada por: Danilo São Paulo, 06 de novembro de 2001 Código: FDE_CB040 Transcrito por: Neuza Guerreiro de Carvalho Revisado por: Amanda Souza Xavier de Lira ENTREVISTA P/1– Boa tarde, Vera. R – Boa tarde. P/1 – Eu gostaria que você começasse falando o seu nome completo, o local e a data do seu nascimento, por favor. R – Eu nasci em Sertãozinho, no dia 7 de fevereiro de 1957. Sertãozinho é a capital do açúcar, não sei se você sabe. E do álcool. E da Diretoria de Ensino de Sertãozinho também. P/1 – Vera, o que você tem a dizer, no geral, sobre os projetos “Prevenção Também se Ensina” e “Comunidade Presente”? R – Na minha diretoria, existe, até então... No meio de 2001, tínhamos a PP [Projeto Pedagógico] de Prevenção e eu, com a PP de História, coordenadora do projeto Comunidade Presente. Então, em 1998, tanto no Comunidade como no Prevenção, nós começamos trabalhando, sensibilizando os diretores e os coordenadores da escola. Agora, por si só, eles estão sentindo a necessidade de que esse projeto tenha uma continuidade, porque tanto um como outro é importante. Eles perceberam que pais e pessoas se envolvendo com a escola, com os alunos… Isso aí está caminhando muito bem. A gente tem resultados maravilhosos na minha região. P/1 – Você poderia contar um desses resultados nas suas experiências? R – Tem várias, inclusive a SPR [Projetos de Climatização] tem o Devanil, a Silvana Augusto, a Renata... Eles já estiveram em Sertãozinho várias vezes por conta do projeto. Em uma das UEs [Unidades Escolares], a escola Siqueira, que é na cidade de Barrinha, da nossa DE [Diretoria de Ensino], o projeto foi tão envolvente, que tem momentos… Todo ano eles fazem o fechamento, mostrando para a comunidade todos os projetos desenvolvidos na escola. Pra você ter uma ideia, precisa ser feito fora da escola, de tanta gente que vem. Aliás, a comunidade inteira fica presente ali. Então, você vê participando… Pais de alunos aprendendo na internet, jogo de xadrez… Eles ganharam medalha de ouro nos jogos estaduais, municipais, entre as escolas – a gente chama “entre as UES”. Ganharam medalha de ouro. Você vê: um senhor de Terra Roxa ensina dama pros meninos, e os meninos foram campeões agora nos jogos também. Então você percebe que também faz bem pro ego do avô, fazendo alguma coisa pelo neto, pelo filho, e assim vai. Olha, se eu for ficar contando aqui, eu ia ficar um mês de tão bom que é. P/1– Tem bastante envolvimento, pelo jeito. R – Tem fanfarra, tem coral, teatro… Eles ensinam a cozinhar o trivial. Secretária do lar... Você nem imagina o que sai desse projeto Comunidade na minha região. P/1 – Perfeito. Agora, de outro lado, quando é que a gente erra na prevenção? R – Olha, eu acho que, na prevenção, o errado é você só ficar falando, falando, falando… Acho que tem que mostrar mesmo, passar peças, fazer peças, estar vivenciando as coisas. Porque falar, falar, trazer palestrante, isso aí não adianta nada. Tem que marcar presença. Estar mostrando o que fala. P/1– Você acrescentaria alguma coisa aos projetos, tanto Prevenção como Comunidade? R – Agora não, porque os dois vão passar a ser um só. Então vai ficar muito bom, porque você está trabalhando com a comunidade prevenindo. Já fala tudo. A comunidade presente na prevenção de uma coisa que pode acontecer logo mais, aí na frente. P/1 – Perfeito. Obrigado. Agradeço. R – Eu adoro esse projeto. Se você tiver a oportunidade de ir em Sertãozinho… FIM DA ENTREVISTA
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