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Professor: uma inspiração

História de: Ayeda
Autor: Lia Cristina Lotito Paraventi
Publicado em: 25/11/2019

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Professora Ayeda Santos Ricardo, nascida em 27/04/1978 em São Paulo, trabalha na Rede Municipal de Educação de Indaiatuba há mais de doze anos. Este ano, leciona na Escola EMEB Professora Renata Guimarães Anadão Brandão, com a Turma de terceiro ano manhã e Projeto de Jogos à tarde com terceiros, quartos e quintos anos. Sua turma foi a envolvida no Projeto do Curso “Todo Lugar Tem Uma História Para Contar”. É filha de Antônio Ribeiro da Silva e Maria Madalena Jesus dos Santos. Casada com Márcio Ap. Ricardo tem três filhos: Livia, Ayla e Heitor. Tem 11 irmãos e os mais próximos são Ariana, Aloma , Samuel, Perseu. A origem de seu nome somente se recorda que era nome Grego ou Espanhol e que seu pai pesquisou nome de menino, mas vindo menina colocou Ayeda. Sua inspiração de vida foi seu pai e profissional foi seu professor Carlos de História que tinha uma didática diferenciada em sala de aula, onde tinha todos os conteúdos em mente o que chamava sua atenção como aluna. Sua aventura mais incrível foi fazer faculdade. Se tivesse que mudar algo em si mesma, seria ser mais paciente e diminuiria a sua ansiedade. Em seu tempo livre o que mais ama é ir ao cinema com os filhos. Os lugares mais distantes que já esteve são: Paraná, Curitiba, Londrina. Ama cinema e assistir com a família. Sua maior gratidão de vida é por ter seus filhos vê-los crescer e conseguido estudar. Os lugares que mais gostaria de conhecer na sua vida são o México, Peru e outros. Se não tivesse se formado em Professora seria Policial Militar. Se descreve como uma pessoa confiável, boa amiga e carinhosa. O maior livro que já leu foi na época da faculdade, Queijos e os Vermes – História do Brasil. O que a deixa triste para valer é ver seus filhos tristes. Gosta muito da família que formou, são companheiros, bem unidos, brincam de pega-pega em família, por influência de um filme. Brincam muito. Sua casa de infância era no terreno do avô, em forma triangular. Tinha um quintal com pé de abacate e bananeiras. O piso era vermelho, era um sobrado e tinham mais duas casas, seu quarto tinha banheiro. A escola onde estudou quando criança, se chamava Alexandre Gusmão e próximo aos 10 anos foi para outra escola de “Padres” onde tinham disciplinas rígidas como filas com mão para trás, cantar hino diariamente, usar uniforme e blusa branca com o símbolo da escola. O que acha de negativo em sua profissão é a falta de respeito e o que tem de positivo é a oportunidade de conhecer pessoas e que alguns alunos fazem parte da sua memória. A lição mais difícil que já aprendeu foi ficar sem sua mãe na infância. Nesse momento se emocionou muito. Suas maiores dúvidas e medos são a respeito da morte. Se fosse Presidente da República investiria em Educação, Políticas Públicas, Valorização da nossa Cultura. Sua roupa favorita são as camisetas de Rock. Gosta muito de Legião Urbana que foi de sua época e Rock internacional. Primeira Faculdade de História foi na Unesp. Iniciou na PUC, mas não conseguiu concluir devido a filha estar com dois anos e agora retornou a fazer Pedagogia. O que marcou sua vida foi uma amiga que lhe deu a inscrição da Unesp e foi aí que viu a oportunidade de estudar. Se recordou da festa de 15 anos, feita pela pessoa que trabalhava como babá. A primeira escola que trabalhou foi o Dom José Escola Estadual em Indaiatuba onde já havia estudado e foi muito bom. Nunca pensou em desistir de ser professora, e na terceira série ela já amava história.

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