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História

Olha a portuguesa aí

História de: Paula Marques
Autor: Museu da Pessoa
Publicado em: 18/01/2018

Sinopse

Paula vive de forma intensa e aposta no que acredita; sem medo, se entrega às suas crenças. É otimista na essência mas não fica parada. É decidida, luta e corre atrás na busca da realização dos seus sonhos. Assim é a Paula, em casa e a Paula profissional. Sua  história reforça a imagem alto astral e determinada que ela sempre demonstra ter.

História completa

Me lembro da primeira aula de Física, quando o professor perguntava para cada um: “Qual a sua descendência?” Na minha vez respondi: “Portuguesa e espanhola!” O professor rebateu de imediato...  “Ih, essa aí além de burra é teimosa!” Bem, acho que ele cutucou a onça com vara curta...na primeira prova, a portuguesa foi a maior nota da classe...

 

Apesar de não hesitar em tomar decisões, a escolha da profissão não foi algo rápido. Não fui aquela criança que já sabia o que queria fazer vida. Sempre fui guiada pelo que me motivava. Sempre fui apaixonada por Ciências, mas também gostava de escrever, então fiquei meio dividida. Quando fui vestibular, pensei em fazer Direito ou Jornalismo, mas a química e a biologia venceram a disputa. Entre as opções descartei a Medicina. Sempre tive muita dificuldade em lidar com a doença. Me considero uma pessoa forte e humana, pronta pra quase tudo, mas o ambiente do dia a dia de um hospital me parecia algo muito sofrido. Então trocando a doença pela saúde optei por fazer Farmácia.

Mas a vida não era somente estudar. Eu queria algo mais e queria logo... Minha mãe comenta até hoje que todo sábado ela escutava eu voltando do shopping com uma sacolinha. Então para ter o que queria tinha que começar a correr atrás e fazer as escolhas certas. Para dar conta de estudar e trabalhar parei com as aulas de balé e natação, que aliás não eram o meu forte, continuei a estudar inglês e procurei um emprego. Uma amiga da nossa família era médica e tinha uma clínica de estética (acho que já estava vislumbrando meu mundo na Allergan). Sem nenhuma experiência resolvi arriscar e me candidatei para ser assistente na clínica. Fui aceita e fiquei lá dois anos.

 

Depois de alguns estágios me formei e fui para a indústria farmacêutica. Trabalhei na Syntex e na Hoechst, que hoje é do Grupo Sanofi. A Hoechst na época era uma indústria alemã que tinha uma área química enorme! Era meu sonho.. Química a Serviço da Vida!  Lá trabalhei na área de desenvolvimento por 6 anos quando então, apareceu a oportunidade de ir pra Allergan. Na verdade foi bem ao acaso. Uma grande amiga conheceu quem viria a ser meu primeiro chefe na Allergan. Ele estava buscando uma pessoa para liderar a área de Tecnologia Farmacêutica e ela comentou da minha experiência.  Enviei meu currículo e depois de várias entrevistas fui contratada. Comecei na Allergan em março de 96.

 

O que sempre me moveu na Allergan e na vida é a paixão de realizar e fazer a diferença;  Trabalhar numa indústria farmacêutica diz muito do meu jeito de ser: uma pessoa que acredita que as coisas sempre podem ser melhores. Apesar das dificuldades que todos passamos, eu sempre tento ver o lado positivo, procurar a saída pra virar o jogo e buscar aquilo que desejo. Trabalhar numa companhia que promove a saúde e o bem estar tem tudo a ver com o que eu acredito.

 

Por isso estou aqui há 22 anos e posso dizer sem medo que a Allergan fez a diferença na minha vida. Trabalhando aqui criei meus dois filhos, Gabriela e Vinicius, conheci meu marido, muitos amigos  e me transformei em uma pessoa melhor. Obrigada Allergan!

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