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História

O Tripé da Sustentabilidade

História de: Marcus Hyonai Nakagawa
Autor: Museu da Pessoa
Publicado em: 01/12/2020

Sinopse

O entrevistado relata sobre sua participação na primeira conferência do Instituto Ethos e como isto o impulsionou a atuar na área responsabilidade social e sustentabilidade. Compartilhar também sobre as diversas ações de de sustentabilidade que a Philips desenvolve.

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História completa

P/1 – Então queria começar perguntando o seu nome completo, data, local de nascimento.

 

R – Meu nome é Marcos Hionay (?) Makagawa. Eu nasci em Botucatu, na cidade do interior de São Paulo, no dia 10 de setembro de 1977.

 

P/1 – E, Marcos, qual a sua profissão?

 

R – Eu sou formado em propaganda e marketing, com pós-graduação em administração, com especialização em administração do terceiro setor, além de outros cursos também.

 

P/1 – Marcos, e você podia contar qual foi o seu primeiro contato com o Instituto Ethos?

 

R – Bom, o Instituto Ethos já faz parte da minha vida já há um bom tempo, ele na época da faculdade, na época de 1998, 1999, quando eu comecei a preparar a minha monografia, o trabalho final da faculdade. Eu estava na ESPM, né, na Escola Superior de Propaganda e Marketing, a gente teve que fazer muitas pesquisas sobre terceiro setor, sustentabilidade, naquela época nem chamava-se sustentabilidade, chamava responsabilidade social. E com essas pesquisas a gente acabou conhecendo muita coisa do Instituto Ethos, que também estava começando naquela época. E nesse momento a gente teve a oportunidade de conhecer algumas pessoas do Instituto Ethos, como a Patrícia Kanashiro - ela tinha comentado do prêmio Ethos pra estudantes que ia ser lançado ainda. E a gente acabou, acabamos pedindo pra poder participar da primeira, ou da segunda, conferência do Ethos de responsabilidade social. Então esse foi o primeiro contato que eu, junto com esses meus colegas que também faziam parte do trabalho, e muitos deles ainda continuam dentro da área do terceiro setor, ou dentro da área de responsabilidade social nas empresas.

 

P/1 – Então você esteve na primeira conferência?

 

R – Estive, agora eu não me lembro se era na primeira ou na segunda conferência, que é em 1998, 1999. Mas estive nas primeiras conferências.

 

P/1 – E qual... Esses conteúdos te impactaram? Eles te direcionaram um pouco com rumos profissionais?

 

R – Com certeza. Eu lembro que a gente veio assistir a uma palestra que era sobre marketing social, e todo esse grande movimento que estava acontecendo naquela época de terceiro setor, e o Ethos liderando não só o terceiro setor como nas empresas, acabou trazendo uma visão pra mim que tinha um mercado que tava crescendo, que tinha uma área bacana que juntava muito dos meus valores tanto pessoais, quanto os estudos que eu estava tendo dentro da área profissional. Eu acabei gostando muito e impulsionou, com certeza, foi um dos vetores que acabaram me direcionando para essa área de responsabilidade social e sustentabilidade que é a área que eu exerço hoje.

 

P/1 – E você podia contar um pouquinho o quê que é o seu trabalho hoje.

 

R – Eu trabalho na Philips, na área de sustentabilidade onde a gente lida com as questões de responsabilidade social, investimento social privado, ou seja, os projetos sociais pras comunidades. Trabalhando também na área de responsabilidade ambiental, na eco-eficiência dentro da área de eco-designer, o eco-vision que é o nosso plano da área ambiental. Temos muito trabalho dentro da área de responsabilidade individual, que é um área que a Philips coloca mais Triple Bottom Line [Tripé da sustentabilidade], que é trabalhar com os funcionários Philips, trabalhar na educação desses funcionários dentro da área de sustentabilidade, dentro do tema de voluntariado, dentro do tema de voto consciente, e também dentro da responsabilidade financeira junto a todos os códigos e normas que a Philips tem. Então eu acabo ajudando a Flávia Moraes, que é a minha gerente geral, a diretora da América Latina, a gente acaba atendendo nesse interface, não só com o Brasil, como toda a América Latina, e leia-se, México, Argentina que são os nossos países que a gente trabalha mais forte com esses conceitos.

 

P/1 – E Marcos, então o Instituto Ethos está fazendo dez anos, quais são os desafios que você acha que ele irá enfrentar agora pelos próximos dez?

 

R – É, eu acho que o trabalho do Ethos de mobilização foi muito forte, muito profundo aonde muitas empresas acabaram aderindo junto ao Ethos, e no movimento de mobilização. Acho que agora o próximo passo é um trabalho efetivamente de implantação de muitas políticas junto às empresas, junto ao governo que efetivamente caminhem, e tenham resultados palpáveis, né, pra dentro desse conceito de sustentabilidade. Então que o Ethos junto com essas empresas, junto com o governo, que eles consigam conversar efetivamente e criar políticas públicas e criar projetos e ações efetivamente palpáveis pra que cause uma transformação mais ampliada, né, não só essa pontual que as empresas atualmente estão fazendo.

 

P/1 – Então, Marcos, queria te agradecer a entrevista.

 

R – Obrigado, foi um prazer. Parabéns pro Ethos, parabéns ao Museu da Pessoa por esse trabalho.


 

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