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História

O ser humano é infinito dentro de si

História de: Aquiles Pontes Cardoso
Autor: Ana Paula
Publicado em: 04/06/2021

Sinopse

Aquiles Pontes Cardoso, é o caçula de uma família de pais professores, iniciou e interrompeu duas faculdades, uma na cidade de São Paulo e outra em Brasília. Morou e estudou inglês no Canadá por seis meses. Gosta de conhecer pessoas e novas culturas, quer voltar a morar fora do Brasil com intenção de não mais voltar. É professor de inglês e mora em São Paulo.

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História completa

P/1 - Bom, Aquiles, primeiro a gente vai falar, assim, um pouquinho dos seus pais, de você. Eu vou te fazer umas perguntas meios pontuais, tá? R - Certo! P/1 - Então, qual o teu nome completo? R - Aquiles Pontes Cardoso. P/1 - Você nasceu onde? R - Nasci em São Vicente, estado de São Paulo, em 1967, em 1º de outubro. P/1 - 1º de outubro de 1967. Qual é o nome do seu pai e da sua mãe? R - Minha mãe se chama Maria Luísa Pontes Cardoso, e meu pai, Heitor Espíndola de Assis Cardoso. P/1 - Onde eles nasceram? R - Meu pai nasceu em Cruz das Almas, Bahia, e minha mãe, Cachoeira, Bahia. P/1 - Bahia. Os teus avós, tanto paternos como maternos, também são de Salvador, Bahia? R - Salvador, é, são todos da Bahia. P/1 - Todos da Bahia. R - Todos da Bahia, do interior. P/1 - Do interior da Bahia. Do mesmo lugar? Cruz das Almas, Cachoeira? Ou não? R - Meus avós paternos de Cruz das Almas e os avós maternos de Cachoeira. P/1 - De Cachoeira... R - Cachoeira, é... P/1 - Então, você conhece o nome da... a origem do nome da sua família? R - É... Espíndola eu sei que tem origem espanhola, agora os outros eu não conheço, não. P/1 - Mas Espíndola não figura no teu nome, né? R - Não, não. P/1 - É dos teus avós? R - Foi meu pai, do meu avô paterno. P/1 - Então seu avô paterno, que não passou pro teu pai e teu pai não passou pra você. R - Passou pro meu pai e não passou pra mim. P/1 - Não passou pra você, né? O que é que você faz hoje, atualmente? R - Sou professor de Inglês. Eu tô desempregado, mas eu sou professor de inglês. Dou aula tanto em escolas como particulares. P/1 - Você tem formação universitária? R - Eu sou ex-estudante de Direito, pela Universidade de São Paulo, sou ex-estudante de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, e estudei inglês fora da universidade, mas eu sou desistente dos dois cursos. Me desiludi com os dois e não pretendo voltar à universidade, não. Nem prestar vestibular. P/1 - Você fez inglês em uma escola aqui em São Paulo ou você foi fora do Brasil? R - Eu passei seis meses no Canadá, em 1984, e estudei na cultura inglesa. Estudo hoje em dia na cultura inglesa também, pra me aperfeiçoar. Pretendo sair do país pra me diplomar, aprender melhor inglês e quem sabe ficar morando definitivamente. P/1 - Se diplomar no nível universitário, você não queria fazer aqui no Brasil... R - Não... P/1 - Você quer fazer fora? R - Não, eu não quero voltar à universidade. P/1 - Então... como é que você chegou a ter esse tipo de atividade? Foi por causa dessa viagem que você fez ao Canadá, ou não? Foi uma experiência depois...? R - Eu sempre gostei muito de línguas e sempre tive muito interesse sempre tive muita vontade de entrar em contato com outras culturas, com pessoas de pensamentos diferentes, com pessoas de formação diferente. E eu sempre tive uma vontade... eu sempre gostei muito de falar, né? Então, eu acho que tudo isso aí contribui pro meu interesse em conhecer línguas e tudo, né? Inclusive pro meu interesse em viajar. P/1 - Sei... o que é que te fascina nessa cultura estrangeira, que você está tentando absorver através da aprendizagem dessas línguas? R - Ah, eu acho que o ser humano, ele é muito mais do que ele demonstra, quer dizer, a gente tem uma realidade que eu acredito que a gente pode ultrapassar, que a gente pode ir além dela, a gente pode melhorar muito. Uma das coisas que a gente ainda não conseguiu... E isso porque o ser humano é infinito dentro de si, entendeu? Mas a gente tá preso às nossas origens históricas, assim, ao que a gente recebe de formação dos pais da gente. Meu interesse em conhecer pessoas que tiveram formações diferentes é procurar ver até onde o ser humano conseguiu ser diferente de mim, entendeu? Ser diferente daquilo que eu tive de formação, e entender até onde a gente pode chegar. Mais ou menos isso... P/1 - Você quer exercer esse conhecimento? Você quer adquirir através desse aprendizado de uma outra cultura, mais nesse nível, não que é uma profissão em si que você quer fazer, que você quer exercer. R - O que eu gosto mesmo na vida é de conhecer, é de entrar em contato com as pessoas e entender coisas que à primeira vista não são muito lógicas pra mim, quer dizer, não são muito naturais pra mim, entendeu? E assim, eu não tenho uma ideia, eu acho que a gente tem que trabalhar, eu estou contente como professor de inglês. Agora eu não sei se isso, se esse aprendizado, se essas coisas que eu vou aprender vão me permitir mais pra frente desenvolver alguma profissão, que eu não sei ainda qual é. P/1 - Essa tua viagem ao Canadá foi satisfatória nesse aspecto, de entrar em contato com outra cultura? R - Foi... poderia ter sido mais, se eu tivesse já essa consciência, se já tivesse... já tinha todas essas coisas dentro de mim, mas eu não tinha nada disso como consciente. Então por isso eu não tinha um método, quando eu entrava em contato com as pessoas eu não perguntava e eu acho que poderia ter sido mais. Eu acabei... a gente acaba sempre absorvendo e conhecendo, mas se eu já tivesse tido isso como meta quando eu fui, eu teria aproveitado muito mais. P/1 - Então assim... quando você era criança, você morou durante muito tempo em São Vicente ou você logo saiu de lá? R - Logo saí. Com um ano de idade saí e fui pra Santos. P/1 - Pra Santos! Ficou lá até que ano? R - Até 1983. P/1 - Você tinha... R - 15 anos. P/1 - 15 anos... Então, você consegue fazer uma descrição de um dia, assim, normal na tua casa, cotidiano, dia a dia? R - Naquela época? P/1 - Em Santos. R – Consigo. P/1 - Pode ser um fato marcante. R - Um fato marcante... P/1 - Que descreve a tua atuação, dia a dia da tua casa, que você se lembra com mais nitidez. R - Ah, tem praia, né? Santos tinha praia. De manhã e depois à tarde a gente ficava conversando, minha mãe limpando. Minha mãe limpava sempre as estantes e subia nas escadas para limpar os livros e tirar o pó. Ela ficava muito mal-humorada porque tinha que fazer aquilo no fim de semana. Mas só ela podia fazer aquilo, não gostava que outra pessoa fizesse, apesar de não gostar do serviço. Ela amarrava um lenço na cara e ficava tirando o pó. O que eu posso lembrar? P/1 - Dos teus amigos, um dia na tua rua... R - Ah sim. Bom, quando chovia a gente se reunia sempre na casa de um, né? Era uma turma grande, com mais de dez pessoas, e a gente sempre quando tinha chuva ia brincar na casa de um de nós. Então a gente brincava, jogava botão. Quando era em tempo de calor, quando não estava chovendo e estava calor, a gente brincava de escorregar, ligava a mangueira. Fazia muito essas coisas. P/1 - A sua mãe devia ficar louca, né [risos]? R - A minha mãe sempre foi meio mal-humorada [risos]. É, ficava um pouco, mas nesse ponto ela gostava, porque ela gostava que eu saísse, que eu tivesse contato com outras pessoas. Até os 9 anos eu fui uma pessoa muito fechada, eu nunca saí muito, não tinha... acho que pelo lugar onde eu morava, não tinha muito amigo. Então quando a gente foi pra esse lugar onde tinha os amigos, ela passou a gostar mais. Ela incentiva a ir. P/1 - A tua mãe nessa época, ela já era formada ou a formação dela é após o casamento, daí já é uma formação tardia? R - Não, não... P/1 - Essa formação universitária... R - A formação do meu pai foi tardia. Eu fui à formatura do meu pai, eu era criança e fui. A minha mãe, não, a minha mãe já se formou logo, ela cumpriu... não parou um ano de estudar, fez tudo direitinho. P/1 - Mas ela se formou depois de casada? R - Depois de casada! Mas por isso que ela casou cedo. P/1 - Ela sempre trabalhou fora? R - Ela trabalhou sempre. Tanto meu pai como minha mãe. P/1 - Tanto seu pai como sua mãe. Com quem vocês ficavam quando vocês eram pequenos? R - Ah, nós fomos... eu ficava muito com os meus irmãos mais velhos e tinha uma pessoa que tomava conta de mim e dos mais novos, mas à noite, por exemplo, a pessoa não estava, então quem ficava com a gente eram os mais velhos. P/1 - Certo. Os teus pais trabalhavam de manhã, de tarde e de noite? R - Professor brasileiro, né [risos]? P/1 - Professor, né [risos]? R - É, brasileiro, né [risos]? P - Como é que era a tua relação com a sua família? R - Ah, com os meus irmãos era, às vezes, tensa, porque eu era o caçula e eu era preservado de uma série de coisas pelas quais eles tiveram que passar e eu não passei. Então com eles sempre foi mais ou menos tensa. Agora com os meus pais, meu pai era uma pessoa muito rígida, eu tinha um pouco de medo dele, tenho que ser sincero, né? E com a minha mãe sempre foi muito boa, sempre foi muito aquela história de filho apaixonado por mãe. P/1 - [Risos] tinha alguma coisa, algum tipo de costume ou uma tradição que teu pai e tua mãe colocavam com a qual você não concordava? R - Tinha, tinha. Tem. P/1 - Qual? R - Bom, meu pai quando saía de casa ele tinha que ter todo mundo dentro de casa, né? Porque ele vinha pra almoçar e ficava até às duas da tarde, antes de sair, porque ele trabalhava até 11 horas da noite. Então, como ele saía às duas, ele queria ter todo mundo dentro de casa. Depois ele não sabia pra onde a gente ia, porque ele não podia controlar mesmo, mas ele... tinha que tá todo mundo... e isso gerava problemas, porque quando a gente não estava em casa ele simplesmente não ia e depois a gente sofria as consequências, quando chegava. Ele atrasava pra não sair preocupado, entende? Ele tinha que estar em casa. P/1 - Sei! E vocês tinham hábito, mesmo com essa vida corrida, vocês tinham hábito de almoçar juntos, jantar juntos, ou não era possível nessas condições de trabalho? R - Não... jantar não, a gente almoçava junto e jantar só nos fins de semana. P/1 - Só nos finais de semana. Você gostava disso ou não? R - Eu...de almoçar com os meus pais? Gostava, eu achava um barato com a minha família toda. P/1 - Você tem quantos irmãos, além de você? R - Seis, são três irmãos e três irmãs. P/1 - Três irmãos. São sete? R - São sete! Sou o caçula. Você tem quantos? Posso perguntar pra entrevistadora [risos]? P/1 - [Risos] não... acho que não. Depois você me pergunta! R - Tá bom [risos]. P/1 - Você trabalha hoje como professor de inglês, né? Agora você descreve um pouco essa trajetória de trabalho. R - Ah, eu comecei... eu nunca fui profissional, nunca cheguei a me profissionalizar em alguma outra coisa, mas eu fiz várias outras coisas antes de resolver entrar na área de professor de Inglês, de dar aula de magistério. Eu comecei como professor de Inglês há seis meses atrás, quando resolvi prestar um teste em uma escola, eu nem achei que ia passar, fui aprovado e gostei, mas há um mês atrás saí da escola querendo ir pra uma outra melhor, né? Não sei exatamente o que você está querendo saber, mas nesse sentido. P/1 - É, achar uma trajetória, como é que você começou, como é seu dia a dia de trabalho. Você trabalha em escola pública ou em escola privada? R - Em escola privada. P/1 - Privada... mas, assim, em colégios ou escolas de inglês? R - Não, escolas de inglês. P - Escola de inglês. R - Eu procuro trabalhar nessa área, eu estou começando como professor de Inglês. Fiquei cinco meses nessa escola, tive dois alunos particulares, que não puderam ficar comigo agora nas férias, que foram viajar. Eu tô planejando, tô pretendendo continuar na área, né? Porque no Brasil, assim, eu não tô querendo me formar mais, como eu te falei, não quero mais estudar Direito, não quero mais... não me interessa ter um diploma. Eu gosto muito de estudar por minha conta e eu acho que a situação... eu poderia fazer qualquer coisa, entendeu? Se a situação econômica estivesse um pouco melhor, se recebesse alguma coisa que me permitisse fazer da minha vida, nas horas em que eu não tô trabalhando, alguma coisa que me agrade. Só que as condições estão difíceis, né? Então eu pretendo me afirmar como professor, que é uma coisa que eu gosto de fazer também, tudo. Gosto muito de dar aula, mas também porque me permite, mesmo na hora em que eu tô trabalhando, estar me desenvolvendo intelectualmente, entendeu? É isso aí! P/1 - Quando você pensava em alguma coisa, trabalhar em alguma coisa específica, quando você era criança, que é muito diferente do que você está fazendo hoje? R - Não, quando eu era criança eu pensava em ser professor, mesmo. P/1 - De qualquer forma? R - É, mas depois com outras influências, meu pai queria muito que eu fizesse direito, tudo, eu pensei em ser outras coisas. Eu até pensei em ser Deputado Federal, já pensei em... mas hoje em dia pra mim isso não tem nada a ver. P/1 - Existia algum incentivo especial na tua casa para você ser professor, devido a profissão dos teus pais, ou não? Foi uma escolha livre? R - Não. Tinha... nunca teve desincentivo, mas nunca houve incentivo também. Já pensei em seu ator também [risos]. Não sei, acho que não sei... Fala! P/1 - Como é que é o teu dia a dia? Não necessariamente dentro do teu trabalho, o dia a dia. R - [Pensando] eu acordo cedo, procuro acordar cedo, faço exercício, vou pro parque correr, depois vou dar aula. Bom, quando eu tava dando aula era de manhã, então eu acordava cedinho, ia pra escola, voltava da escola, almoçava, descansava um pouco e ia correr, depois voltava, estudava um pouco, estava estudando o Inglês também, depois à noite saía, ia para a casa dos amigos. P/1 - Você faz isso normalmente? R - Normalmente, é! P/1 - Você mora aqui em São Paulo, né, no centro, você falou, aqui na Avenida Ipiranga... R - Isso! P/1 - Você gosta de morar no centro dessa cidade? R - Gosto e não gosto. Eu acho que tem o lado interessante, morar no centro da cidade. Você tá perto de tudo, você tá perto do cinema, você tá perto das pessoas também. Mas do ponto de vista da saúde, do ponto de vista do ser humano, não é nada bom, porque é muito barulho, você coabita com pessoas que já tão aqui há muito tempo, que já tão viciadas pela parte mais negativa da cidade, entendeu? E isso pra mim não tá sendo nada bom, não tá sendo nada agradável. Então, tem o lado positivo da cidade, tem um aspecto positivo morar no centro, mas também o aspecto extremamente negativo e perigoso. P/1 - Você fica muito ali nas imediações ou tem outros bairros de São Paulo que você frequenta e que você gosta de frequentar? R - É, eu venho muito pra cá, pra Avenida Paulista, pro cinema, vou atrás de cinema. Onde estão os cinemas, eu vou. E é, uma das coisas que eu faço muito nas horas livres é ir ao cinema, que é uma forma de me... é uma forma de... não sei do que [risos]... de me relaxar, de entrar em contato com o mundo. P/1 - Em quais bairros, necessariamente? R - Ah, venho pra cá, pro Jardins. P/1 - Só pro Jardins? R - Vou pra Pinheiros também. P/1 - Pinheiros... E o que é que te atrai nesses bairros? R - O que é que me atrai a esses bairros? P/1 - É... R - A vida cultural, os cinemas, as coisas que eu posso fazer. Se os cinemas estivessem em outros bairros eu talvez fosse pra outros bairros, com certeza. P/1 - O que é que você teria vontade de fazer no futuro? Continuar com essa tua trajetória de professor de Inglês ou você tem outra expectativa? R - Eu pretendo sair do país, eu tô querendo viajar. Talvez pra me aperfeiçoar enquanto professor de Inglês, pra voltar e conseguir... Eu não tô muito satisfeito com a profissão, na medida em que eu não consigo escolas... eu não tenho um reconhecimento muito bom aqui, enquanto professor de Inglês. Eu acho que eu preciso me aprimorar mais, entendeu? Eu preciso desenvolver métodos, então eu acho que tenho que viajar por isso. Agora, a minha intenção pra sair do país é conseguir um outro lugar pra morar e pra viver. Eu posso dizer por quê? P/1 - Pode! R - [Risos] é porque, assim... está sendo super simpática a entrevista e eu não queria, até achei meio chato... vou procurar dizer isso da maneira mais simpática possível. P/1 - [Risos] não... diz de uma forma que você quiser, não precisa necessariamente passar por uma simpatia ou não simpatia. R - Certo, [risos]. Eu acho que vale mais a pena... P/1 - Você quer falar? R - Então, o que eu estava dizendo é isso. Eu acho que é mais digno você se sentir imigrante num país em que você é realmente imigrante do que você se sentir imigrante num país em que você tem uma cidadania, que você tem os direitos, pelo menos de acordo com a constituição e com as leis você é um cidadão como um outro qualquer. E é muito triste você se sentir imigrante, se sentir de fora numa sociedade em que você tem os direitos, entendeu? Então eu prefiro você ser imigrante onde você realmente é imigrante. É mais honesto. P/1 - Quando você for embora, o que é que você vai levar daqui do Brasil, das tuas coisas? R - Os momentos felizes, o clima, lembrança do clima... P/1 - Objetos pessoais? R - Das pessoas... Hãm? P/1 - Objetos pessoais, coisas que você levaria sempre com você? R - Ah, bom, além dessa minha bagagem intelectual, da minha educação que foi toda aqui, que eu não vou esquecer nunca, eu tenho muito orgulho dela. Eu vou levar livros, pouca roupa e só, livros. P/1 - Só livros? R - Aham! P/1 - [Risos] Então tá bom! R - Eu não vou levar feijão e nem feijoada em viagem, como muita gente faz. P/1 - [Risos] mas você vai fazer lá, né? R - É [risos]! P/1 - Com certeza [risos]. Tá bom então, obrigada. R - Tá bom [risos]. P/1 - Obrigada, Aquiles. R - Obrigado, então [risos]. P/1 - Vamos ver se você volta logo. R - Tá legal [risos]. Falou, então! Obrigado pelo espaço. P/1 - Que isso! --- FIM DA ENTREVISTA---
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