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História

O melhor tacacá de Juruti Velho

História de: Maria Elba de Sousa Silva
Autor: Museu da Pessoa
Publicado em: 10/12/2010

Sinopse

Neste depoimento, Dona Maria nos conta sobre sua família, infância e os modos de subsistência na época. Dona Maria nos fala sobre como era a pesca no Rio Amazonas, suas brincadeiras de criança, seu período escolar e as "visagens" noturnas, que impediam os moradores de Juruti de sair à noite de suas casas. Vemos também como eram as festas na região e como foi o casamento de Maria Elba. Em seguida, adentramos pelos costumes alimentares da região, sobretudo o tacacá e o tucupi, especialidades de Dona Maria, pelos quais construiu sua casa, seu casamento, sua vida.

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Essas panelas aqui eu usava quando tinha folga, fazia tacacá, bolo, pãozinho, pastel, canudinho, empadinha, todas essas coisas. Eu tinha também umas formas de tudo quanto é tamanho. Aí eu vendia o bolo, o tacacá, a empada, o pãozinho, também a berlinda – por aí chamam sonho, aqui a gente chama de berlinda – cachorros quentes... os cachorros quentes são pãezinhos fritos. Mas o conhecido é tacacá. Eu fazia tacacá aquiem casa. Aí vinham uns meninos que gostavam, diziam: “Dona Maria, faça o tacacá pra gente hoje.” Eu dizia: “Eu faço, mas eu vou vender, não vou dar, não, porque eu compro as coisas. Eu posso fazer, mas eu vou vender.” “Então faça, faça, faça.” Aí eu peguei e levei pra rua. Mas foi só no “vap”, foi rápido que eu vendi uma panela. Logo já era o ponto da Maria Elba. Ficou famoso o tacacá que eu servia.

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