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História

O Carnaval preencheu o vazio da minha vida

História de: Ida da Silva Bazoli
Autor: Museu da Pessoa
Publicado em: 15/07/2020

Sinopse

A paulistana Ida da Silva Bazoli, criada no Rio de Janeiro, desfila na ala das baianas da Vai-Vai desde os anos 1990. Conta como o Carnaval trouxe alegria e prazer para a sua vida.

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História completa

P/16 – Nome, data e local de nascimento? 

 

R – Ida da Silva Bazoli, 26 de agosto de 1946, no estado de São Paulo. 

 

P/16 – Qual a primeira lembrança que você tem do Carnaval, Ida? 

 

R – Bom, eu fui criada no Rio de Janeiro, em Madureira. 

 

P/16 – Hum. 

 

R – Então, Império Serrano, Portela... [riso] e daí começou meu amor pelo Carnaval. Só que eu nunca tive oportunidade de sair. Fui sair agora, depois de adulta, já avó. 

 

P/16 – Ó, que bom. Em que ano você ingressou na Escola de Samba Vai-Vai? 

R – Em 1996.

 

P/16 – E quais as alas e as funções que você exerceu? 

 

R – Ah, eu sempre saí na Ala das Baianas. 

 

P/16 – Sempre. O que é que a Escola de Samba Vai-Vai representa na sua vida? 

 

R – Ah, prazer, alegria, satisfação. 

 

P/16 – Você tem uma ideia do que te acrescentou na vida? 

 

R – Ah, alegria. Preenche o vazio também, não é da... Antes do Carnaval aquela tensão de eu sair, de desfilar de fazer bonito. 

 

P/16 – Tá. 

 

P/3 – Ida, o que significa a ala das Baianas pra você? 

 

R – Ah, é como se fosse uma irmandade. Todos se dão bem, todos se gostam. Não tem inimizade. É como se fosse um grupo de irmãs, que se conhecessem há muito tempo já. 

 

P/3 – E tem diferença da ala das Baianas pras outras alas? 

 

R – Olha, não sei. Sei que a nossa ala é muito unida.

 

P/3 – Certo. 

 

R – Tem uns entreveros assim, às vezes, mas todo mundo se entende, todo mundo se gosta. Dá pra perceber, né? 

 

P/3 – Certo. 

 

R – É uma confraternização. 

 

P/3 – Bom. Muito obrigada então. 

 

R – Tá. 

 

P/17 – Vamos pedir à Ida, que tem uma voz tão bonita pra cantar um pedacinho aí do... 

 

P/3 – Do samba aí. 

 

P/7 – Do samba da Vai-Vai. 

 

R – Ah, meu Deus. Será que eu lembro? Desse ano? 

 

P/17 – Qualquer um. 

 

P/3 – É, pode ser. 

 

P/16 – O que você lembrar. 

 

R – Qualquer um. Peraí. Ah, [risos] esqueci. 

 

P/17 – Um trechinho só, um refrão. 

 

R – [risos] “Na virada do milênio a paz renascerá, clareia deixa clarear, na virada do milênio a paz renascerá, oi clareia deixa clarear.” [canta] 

 

P/16 – Que lindo. Muito bem. 

 

P/3 – Obrigada.

 

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