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Na minha vida tem Aché.

História de: Entrevista de Lafaiete Godinho Colares
Autor: Kathleen Loureiro Reis
Publicado em: 21/07/2021

Sinopse

Lafaiete Godinho Colares nasceu em 19 de fevereiro de 1962 em Água Boa, Minas Gerais. Trabalhou na Caixa Econômica, na cidade de Itabirinha de Mantena e depois em Teófilo Otoni. Foi convidado por um amigo para tentar o concurso do Aché, e passou. Desde então, se dedica à essa empresa, onde trabalha pois ama o que faz.

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História completa

 

 

Projeto Aché 

 

 

Realização museu da pessoa

 

 

Entrevista de Lafaiete Godinho Colares

 

 

Entrevistado por Débora Santos

 

 

Local: Mangaratiba, 3 de Abril de 2002 

 

 

Mangaratiba 020

 

 

Transcrito por Leandro S. Motta

 

Revisado por Sâmmya Dias

 

 

 

P/1- Você poderia me dizer o seu nome completo, local e data de nascimento.


R- Lafaiete Godinho Colares, nascido 19 de Fevereiro de 1962 em Água Boa, Minas Gerais.


P/1- Quando e como você começou a trabalhar no Aché?


R- Eu trabalhava na Caixa Econômica do estado de Minas Gerais em Itabirinha de Mantena e depois em Teófilo Otoni. Através do Jorge que é um dos representantes do Aché mais velhos em Teófilo Otoni. Ele me viu trabalhando na Minas Caixa e eu era um pouco apressado e agitado e pelo que transmiti para ele eu tinha as características do representante Aché, eu preenchia mais ou menos os quesitos. Ele me convidou, e eu também vendia café para poder aumentar o salário, então eu achei a proposta boa, acabei tentando e consegui passar no concurso e ingressei no Aché.


P/1- Foi difícil a sua entrada no Aché? Porque é muito concorrida…


R- Você fica apreensivo porque às vezes precisa, a diferença salarial era muito grande e para mim o café estava indo mal, já não dava mais para vender o café. Fiquei só com a Minas Caixa, o salário já estava sendo muito achatado  e no Aché já estava sendo muito concorrido e eu estava muito ansioso porque o salário é muito melhor e na ânsia foi difícil mas... O curso também durante dez dias muito apertado também porque foi na época que lançaram a Prodome, então eles estavam lançando em Minas... Contratando 40 representantes para preencher o cargo da Prodome em Minas. Então foi muito rápido, porque tinha data para nos lançarem no mercado. Então foi muito apertado, muito corrido mas foi muito bom.


P/1- Então esse foi o primeiro produto que você trabalhou…



R- Foi o primeiro laboratório, a Prodome é uma divisão do Aché, e a Prodome é união do Aché com a Merck Sharp & Dohme.



P/1- Qual foi o produto que você iniciou trabalhando?




R- Na época Aldomet que era uns dos carros chefes, Moduretic, Pereatin, Pereatin bc, relançamos Gerval_________600 com zinco, Endocid… Então é uma gama muito grande de produtos. Depois, com o decorrer do tempo, lançamos algum Reducol, Respexil, Proepa vários produtos.




P/1- A sua região é Teófilo Otoni. O que faz parte da região?




R- O Vale do Jequitinhonha, incluindo as principais cidades ali, como Almenara, Jequitinhonha, Pedra Azul, Salinas, Taiobeiras. Uma parte dos quatorze anos que eu estou na empresa, eu trabalhei também no setor de Mantena que eles falam ramal link geralmente pertence a Valadares, mas umas duas vezes passaram para gente em Teófilo Otoni. O setor do ramal da link feito ali às cidades principais Mantenas, Amores, Resplendor, Conselheiro Pena. O setor também perto de ________ que já está há 250 quilômetros de Belo Horizonte é ___________, ______________,________________, Virginopolis, Peçanha. O setor também que já está perto de Belo Horizonte para o outro lado que está em torno de 200 e poucos quilômetros também de Belo Horizonte, Diamantina, Serro, Itamarandiba aquelas cidades, mas continua no nosso setor ainda Itamarandiba, Capelinha, Araçuaí, Salinas, Taiobeiras, Almenara, Jequitinhonha, Pedra Azul, Joaima, Machacalis que é terra de índio.




P/1- Isso significa você rodar quantos quilômetros?




R- Mais ou menos... Às vezes a gente vem até Belo Horizonte de carro para reunião, mas sem a vinda a Belo Horizonte, a vinda e o retorno de 3880 km à 4300 km aproximadamente por mês.




P/1- E você vem a Belo Horizonte qual a freqüência?




R- Agora de 60 em 60 dias, mas antes de 30 em 30 dias.




P/1- Então vocês tem ponto de encontro em próprio Teófilo Otoni? todos os dias de manhã ou não?




R- Tinha, agora acabaram com o ponto de encontro que era de manhã. A gente tem aquela obrigação de começar mais cedo, mas não tem mais o ponto de encontro.




P/1- Você andando por este caminho todo você tem... O seu relacionamento com os médicos é diferente em cada local nessas cidades pequenas?




R- Pelo o que o pessoal comenta, o pessoal dos grandes centros e até mesmo das capitais. Eles falam da dificuldade do relacionamento deles com os médicos. Conosco lá já é bem mais fácil, porque a concorrência é menor, principalmente quanto menor a cidade mais fácil é o nosso relacionamento com o médico. Porque a concorrência é menor então o médico precisa mais da gente, então a gente faz amizade, costuma visitar o médico em casa, às vezes na fazenda, quando é perto. A gente vai na cidade pequena e tem dois ou três médico. Vamos na fazenda, costuma ser pertinho cinco, dez quilômetros. Somos sempre bem recebidos, mesmo na fazenda. Às vezes costuma chegar na residência já é a última visita lá pras sete, oito horas da noite, ai  somos convidados para tomar um vinhozinho, cervejinha, jantar. Fica meio sem graça, nem sempre a gente aceita, mas às vezes na hora do almoço a gente tem que viajar, só falta aquele médico se for esperá-lo sair do almoço para ir para o  hospital para nos visitar vai atrasar muito. A gente vai na casa dele, mas sempre é muito bem recebido, o relacionamento é muito bom, médico e representante, representante e médico.




P/1- Nessa cidade que às vezes tem um médico, dois médicos tem bastante farmácia? Uma farmácia, duas farmácias?




R- Geralmente uma ou duas farmácias. Mas geralmente o retorno é bom, uma vez que não tem a concorrência e é onde geralmente vai ou a gente ou pouquíssimo laboratório. Temos a oportunidade de cobrar mais o médico, então obtendo assim um retorno melhor.




P/1- Essa ai é a grande diferença do Aché com os outros laboratórios?




R- Com os outros laboratórios, a gente vai onde o médico está.



P/1- Tem algum produto... A gente já falou de alguns produtos que você trabalha bastante. Tem algum que você tenha feito alguma campanha especial ou individual?




R- Mas agora ou no passado.




P/1-_______________




R- Já fizemos com Decadron injetável, Decradonal algumas campanhas onde vendíamos muito. Inclusive Decradonal___________ eu consegui uma padronização no hospital em Teófilo Otoni. Fui elogiado pelo meu gerente na época, era o Sávio, ele brincou ao saber quanto é que eu tinha vendido da cota Decradonal. Eu sei que essa padronização no hospital São Lucas em Teófilo Otoni foi o dono da cota todinha de Minas, então eu fui bastante elogiado. Alguns produtos a gente sempre vendeu bem, como Aldomet, Moduretic, a linha hospitalar Decadron injetável em geral, nós sempre conseguimos uma boa performance.




P/1- E essas suas viagens você chegou a ter essa viatura compartilhada?




R- Cheguei. A princípio eu viajava num Fusca, quando comecei há 14 anos atrás até apelidaram de maestro, em cada esquina um conserto (risos). Dava muito problema, então às vezes obrigava a gente almoçar num tempo muito rápido ou trabalhar até mais tarde para poder compensar o tempo que a gente às vezes tinha que parar para isso ou para aquilo. Quase que eu virei até mecânico (risos), mas depois de um certo tempo, começaram a dar viatura. Inclusive eu fui o primeiro a receber a viatura no estado de Minas Gerais. Na época o diretor da empresa, o Fernando, entregou a viatura para mim, e uma semana ou 15 dias depois ele entregou a viatura para o Jorge. Eu recebi primeiro porque eu vim primeiro para a reunião, eram separados os dias. Depois de um tempo viajamos com um colega muito tempo, em torno de dois anos, na mesma viatura.




P/1- E como era esse relacionamento de vocês? Vocês conseguiam se organizar bem para poder fazer esse caminho todo?




R- Nos dávamos muito bem, mas é meio complicado, porque já trabalha o dia todo ______ representante às vezes sai cinco, seis horas da manhã para parar só à noite. À noite você para, vai para um hotel, toma um banho, faz relatório e sai para jantar com o colega do lado. É muito bom, geralmente tem uma boa amizade, mas às vezes, andar com uma mulher o tempo todo fica meio cansativo. Se for preciso dá para levar.




P/1- Tem assim algumas histórias do que aconteceu, de acidentes ou não acidentes com você?




R- São muitas, mas tem uma que aconteceu no hospital em Araçuaí. No dia anterior eu cheguei e me atrasei, então não deu para pegar os médicos. E o setor de viagem como é o nosso você não pode atrasar porque senão complica, e você vai chegar sexta feira muito tarde em casa. Eu me atrasei demais e os consultórios no hospital em Araçuaí eles são pela frente, eu cheguei antes de sete horas da manhã, entrei pela frente do hospital e fiquei lá dentro para tentar pegar o plantonista, de lá dava para olhar a hora que os carros entravam pela garagem, os carros dos médicos, então eu fiquei observando. Um outro colega meu _______ estava junto comigo, viajava comigo e é um colega até que eu indiquei no Aché. Eu falei com ele “Você fica no pronto socorro olhando na hora que um médico sair você me dá um toque que eu venho para falar com ele também”. Fiquei numa porta tipo aquelas portas de saloon que abre para os dois lados, fiquei observando algum carro de médico passar para eu chamá-lo também. Coincidiu que passaram dois de uma vez, eu com muita pressa gritei o: “ __________ chegou Dr. fulano e beltrano vem cá comigo.” Ai abri a porta muito rápido e estava vindo um bioquímico e ele estava com um óculos pendurado no peito, e eu dei uma ‘portada’ no peito dele e no rosto. Machuquei um pouco o nariz dele, ele chegou a cair no chão, foi uma situação constrangedora. Mas você tem que aproveitar até das situações difíceis para buscar o receituário, que é o nosso intuito. Através disso eu consegui vender e conquistar na época os dois melhores médicos que tinham no setor. Porque uma vez que ele caiu no chão eu fiquei sem graça, sem saber se ria ou se socorria, ele falou que não tinha acontecido nada e se abaixou em cima de um banco que tinha do lado e eu falei: “Você precisa de ajuda, você machucou, me desculpa.” E ele falou“ Não, não foi nada.” Ele saiu gemendo que não foi nada e entrou para secretaria e eu fiquei sem graça. ______________ ele saiu abaixado segurando e eu fiquei sem graça. Mas as meninas da secretaria deram uma água para ele eu perguntei se ele estava precisando de alguma coisa, se ele estava bem ai ele disse “Não, está tudo bem”, eu falei “Tá jóia”. Mas foi o tempo de eu sair para visitar os dois médicos que chegaram o casal, hoje eles estão em Muriaé. Dr. Zé Cláudio e esposa Dra. Lígia, fui visitá-los enquanto a secretaria passou para eles a agenda do dia que eu entrei eles já estavam sabendo falou: “ O Lafaiete é você que vai pagar um óculos para o bioquímico, armação de ouro?”. Eu falei “Mas porque?” e eles responderam “Não é você que deu uma ‘portada’ nele e quebrou?” Respondi “É Dr. Já está sabendo.” Entrei minutos depois, mas graças a Deus eu voltei depois na sala do bioquímico pedi desculpa que foi sem querer. Ele entendeu também que foi um acidente e não teve problemas maiores não.




P/1- Sempre correndo atrás do trabalho que acontecia esses acidentes.




R- Sempre correndo atrás da prescrição do nosso produto.




P/1- você tem alguma outra história mais séria?




R- Teve outra história. O setor nosso era muito complicado, melhorou porque há uns anos atrás - isso acredito eu - que deve ter uns dois ou três anos atrás. Eu trabalhava no ____________ e geralmente atrasava porque era o fusca 72 e eu tinha acabado de visitar uma médica em Cachoeira do Pajeú, que fica próximo a Itauberas, e eu a visitei, pois não ia dormir porque lá era muito ruim. Se eu dormisse lá, no outro dia ia ter que sair muito cedo para sete horas da manhã já pegar os médicos em Itaiuberas, que estava aproximadamente uns 100 quilômetros de lá. Viajando à noite eles tinham na época do Nilton Cardoso, que  era o governador de Minas, estava fazendo a pista, o asfalto e no ___________ interromperam o asfalto fizeram um paredão no asfalto de pedra e terra. Interromperam, então tinha que fazer uma curva de 90 graus e entrar para dentro dos eucaliptos, só que não tinha sinalização nenhuma e eu indo maestro à toda velocidade,  e já estava tarde, era nove e pouco da noite, ai quando eu assustei aos 15 metros de distância só vi o paredão só deu tempo de frear. Foi uma batida muito forte, passei por cima e levei 13 pontos na testa. O carro abriu o capô, voou amostra para todo lado. Um caminhão passou e me deu uma carona, perguntou para onde eu iria. Eu juntei a documentação da firma, minha mala de roupa e fui perdendo muito sangue para (Itauiberas?). Pensei em voltar para André Fernandes que era bem mais perto, mas só tinha uma médica e ela estava com o noivo dela, que era engenheiro da firma. Eu fiquei com medo de não encontrá-la, fui para Itauiberas onde tinham mais médicos. Cheguei lá, tudo bem, fui atendido. Inclusive o médico é meio parente meu, é parente meu mais longe, Dr. Antônio Colares. Depois que o estagiário me atendeu, ele chegou e acabou de me atender e tudo bem, me deu medicação para tomar. No outro dia o colega meu que estava, que é de Valadares, estava me esperando no hotel. Eu atrasei mas fui chegar no hotel eram umas duas horas da manhã. No outro dia o dono do hotel me ofereceu para eu ver como é que estava meu fusca que ficou na beira da estrada. Esse colega meu Toninho Quedevezo, hoje ele está nos Estados Unidos, trabalha ____________ distribuidora________. Aí ele se propôs a me levar lá para ver como é que estava o carro e tomar as providências. Tomei Benzetacil, pedi o carro dele e trabalhei. Quando deu uma hora da tarde almocei e falei: “ Toninho vamos ver o carro então.” Nós fomos, eu com o rosto todo costurado. No meio da estrada chegando perto, há uns 15 quilômetros para chegar aonde estava meu carro estrada de chão, vi uns caminhões despejando um bocado de terra para poder tapar buraco. E eu  já ia ligado, assustado demais. Do lado eu vi o monte de terra e gritei: “ Freia Toninho olha o monte de terra!” Ele por instinto freou na hora que eu fui segurar na alça de teto, aquele negocinho que tem no Fusca, eu fui segurar e ele freou. Eu errei a mão e bati a testa no pára-brisa. Quebrei o pára-brisa, ele ficou dependurado no monte de terra. Arrebentou os pontos, voltei já no outro dia para o hospital. Arrumei uma carona, voltei para o hospital, ele ficou resolvendo lá tirar o carro. Cheguei no hospital e falei: “ Eu quero que o Dr. Colares me atenda.” A secretaria já era conhecida nossa, tínhamos um bom relacionamento Edilene o nome dela. Ligou para a casa do Dr. Colares. “ Dr. Colares Lafaiete está aqui e quer que o senhor vem cá que o senhor mesmo que deu os pontos nele.” Ele falou: “ Tudo bem, mas você está ficando doida Edilene eu costurei Lafaiete ontem era meia noite, uma hora da manhã você está ficando doida.” “ Não o rapaz bateu o carro com ele dentro e arrebentou os pontos e tem mais uns aqui para dar.” Ele voltou deu os pontos novamente, deu mais sete aqui de baixo do nariz ______________ por causa do vidro, foi tudo bem. Viemos embora chegamos na sexta feira eu vim trabalhando com esse colega, ele trabalhava em farmácias, vim trabalhando com ele. Já estava no meio da semana, acho que era quarta ou quinta feira. No sábado ele chegou em Valadares eu liguei para ele para ver como é que estava para casa dele, ele me contou que foi atravessar o viaduto e o carro dele morreu em cima da linha de trem de ferro, deu tempo de ele sair correndo que o carro não pegava o trem passou em cima do fusca dele. Na realidade eu bati o carro na noite nove, dez horas da noite, no outro dia ele bateu o carro comigo. Quando foi no sábado, o trem passou em cima do carro dele. Ficou na história. Mas graças a Deus depois disso só atropelei um burrinho acabou.




P/1- O que te agrada mais de estar trabalhando no Aché?




R- No Aché é a seriedade do laboratório, isso é bom. A gente trabalha porque precisa, eu estou num ramo que eu entrei, vou fazer 14 anos depois de amanhã se Deus quiser. Deus quer quem trabalha, então com fé em Deus depois de amanhã farei 14 anos. A seriedade também, nunca a empresa atrasou um dia de pagamento, então geralmente você pode fazer o compromisso certinho, você sabe que tal dia é o pagamento, aquele dia vai estar o dinheiro na sua conta, pode fazer o compromisso tranquilo. Eles investem muito no profissional, no representante conforme eles comentam é a linha de frente da empresa e só vem melhorando. Antes nós vendíamos, cobrávamos e divulgávamos. Hoje a gente tem o trabalho praticamente só de vender, mas depois disso melhorou muito o nível de hotéis. Agora o cartão que eles deram para gente está mais fácil para viajar, já debita diretamente na conta do Aché. Os hotéis que agente fica são melhores, o setor está mais enxuto, tem a viatura da empresa que ela já nos dá há muito tempo. Então acabou a aquele problema de carro velho, estragou e está atrapalhando.




P/1- O que você achou de ter contado a sua história, de ter registrado?




R- Eu achei importante, porque alguém às vezes de longe, às vezes até algum diretor, um presidente, ele pode saber das dificuldades que a gente passa. Nós acabamos vencendo todas elas passando por cima, mas são dificuldades, são desafios que a gente têm que procurar vencer e geralmente a gente consegue.




P/1- Nós agradecemos então...




R- Eu que agradeço, foi um prazer, tudo de bom.

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