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Minha história de Vida

História de: José Mauricio
Autor: José Mauricio
Publicado em: 26/04/2022

Sinopse

Minha História é Uma loucura então aqui vai um pouquinho dela pra vocês,espero que gostem

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História completa

Maurício, 20 anos fazendo faculdade de Rádio Tv, sendo feliz, mas quem pensa que a vida só tem pontos positivos é completamente enganado, muitas coisas aconteceram nesse meu tempo de vida, e irei contar algum desses acontecimentos agora. Bom, primeiramente aos 1 ano de vida, no orfanato de Itaguaí, foi aonde minha vida realmente começou, consegui conhecer, quem iriam ser os herdeiros, da minha jornada, meus pais, Conceição Elaine, e José Alexandre, conseguiram após muito tempo, me adotar e me levar para aquele que seria o meu primeiro lar de verdade, obviamente a adoção foi aonde tudo começou, mas aonde eu fui realmente abraçado, foi num apartamento no recreio onde todos esperavam por mim, uma comemoração só com a minha vinda, sendo pequeno ou não, lembro de ter sido muito abraçado por todos. Aos 2 anos de idade, enfrentei mais um novo desafio, entrei na escola pela primeira vez, pelo que minha mãe falou, estava um pouco nervoso e não conseguia parar de chorar, porém não demorou muito para acontecer o primeiro problema, alguns anos depois, as professoras começaram a dizer que eu era mais amigo de colegas que estavam em salas mais abaixo do que a minha, o que resultou no meu rebaixamento de sala para uma mais abaixo do que era pra eu estar, mas tirando isso, estava tudo bem, adorava os amigos que tinha lá, o ambiente, os professores, simplesmente tudo era excelente lá, porém como nem tudo rosas, tive que sair dessa escola para adentrar em uma mais forte. No terceiro ano do fundamental, adentrei no Ciei(centro internacional de educação integrada), tiveram vários pontos positivos: conheci vários amigos que eu jamais vou esquecer como por exemplo, o irmão que a vida meu deu Guilherme Antunes, porém aconteceram muitos pontos negativos nesses 3 anos que passei por lá: além de não ser um dos melhores alunos em questão de nota e comportamento, sendo até mesmo suspenso por 2 vezes, e arrumar confusão inúmeras vezes, não estava tendo tantos amigos assim. No Sexto ano, fui para o PH, e juro que situação desagradável, a pior escolha que eu e meus pais poderiam ter tomado, além do ensino não ser tão bom, fazendo com que eles coloquem em uma sala, os que tiravam notas maiores em uma sala, e os que tiravam notas menores em outra, os alunos de lá não se simpatizaram muito comigo, faziam todo o tipo de brincadeira porque eu morava do lado da escola, ou até mesmo faziam preconceito e racismo por causa da minha cor de pele, estava tudo indo por água abaixo, até sair da escola chorando eu saia, até que isso foi o estopim para que ocorra a mudança de escola após um ano e meio de péssimas experiências. Depois acabei indo para o Notre Dame, as mesmas coisas aconteceram, continuei sofrendo racismo, ficando até com medo de sair na rua, com medo das pessoas, virem me zoar por conta da minha cor, até sair do meu curso de inglês eu sai, depois de vários casos de racismo sofrido em que ninguém fazia, porém em 2017, acabei tendo a notícia de que eu iria me mudar para São Paulo, algo que me abalou muito, e eu não estava preparado para isso, meu irmão ficou muito triste, e eu acabei tendo alguns sintomas de depressão, tendo como consequência, a reprovação no colégio. Chegando em São Paulo, não achei que seria tão bom “recomeçar minha vida do zero”, cheguei e estudei quatro anos no CONSA, onde no primeiro ano consegui ser representante de sala, sendo um dos anos mais felizes da minha vida, no ensino médio, o primeiro ano que tive foi com certeza o melhor ano que tive, sala entrosada, todos felizes, o meu time(Flamengo) sendo campeão da libertadores, estava tudo perfeito, nada poderia me impedir de ser feliz, apenas a pandemia do covid-19, onde me deixou os últimos dois anos, preso em casa, com um sentimento de vazio, longe dos meus amigos por mais de um ano, mas consegui me virar e acabar me formando. Hoje em 2022, me considero feliz na minha faculdade, com meus amigos, e sinto que estou no caminho certo, para ser um grande jornalista.
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