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DST e drogas nas escolas

História de: Laís Cristina Renô
Autor: Valdir Portasio
Publicado em: 13/06/2021

Sinopse

rabalhou no projeto Prevenção sobre doenças sexuais e drogas. As pessoas têm mandado retorno sobre o projeto. Foram para Caetetus buscar reequilíbrio. Polêmica dos pais. Fase legal do projeto e busca sistematizar os dados.

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História completa

Projeto: O Presente da Prevenção na Escola Realização: Instituto Museu da Pessoa Entrevista de: Laís Cristina Renô Entrevistado por: Danilo Data: São Paulo, 9 de novembro de 2001. Código: FDE_CB064 Transcrito por: Revisado por: Viviane Berkowitz Malaco P/1 - Danilo R - Laís Cristina Renô P/1 - Laís, boa tarde. R - Boa tarde. P/1 - Você poderia começar, falando o seu nome completo, local e data de nascimento, por favor? R - Laís Cristina Renô, nasci em Garça, Estado de São Paulo, em 6 de agosto de 1953. P/1 - Laís, o que você teria a dizer no geral sobre o projeto Prevenção também se ensina e Comunidade presente? R - Eu posso te falar da minha experiência. Eu sou se Garça e trabalhei lá na Delegacia de Ensino, quando houve a reorganização, eu fui para Marília. Então, lá em Marília, a partir agora, de 1999, é que eu comecei trabalhar diretamente com Prevenção também se ensina. Então, disso eu posso estar te falando. O Prevenção para a gente tem nos dado muitos subsídios para poder estar trabalhando todos esses temas de AIDS, DST e o uso indevido de drogas na sala de aula. É sempre um tema que causa polêmica e insegurança, e nós precisamos sempre estar sendo realimentados. E tem surtido efeitos, se nós pensarmos na quantidade de pessoas que estão envolvidas. Não podemos te falar em dados em relação a se está dando certo com as pessoas no geral porque a aprendizagem é _______. Então, isso é ao longo do tempo. O que a gente pode te dizer é que as pessoas têm comparecido aos encontros, as pessoas têm mandado retorno das atividades que estão fazendo e estão se sentindo muito mais fortalecidas para discutir os assuntos. P/1 - Perfeito. Você teria alguma experiência, alguma iniciativa que você poderia falar da sua região assim? R - Da região? P/1 - Uma coisa que vocês estão desenvolvendo especificamente? R - Bom, nós achamos que não dá para se falar em prevenção e não se falar em melhoria de qualidade de vida, você discutir esses assuntos, dizer que você respeita o outro, sem mostrar tudo isso para ele. Então, a gente tem buscado na região é: trazer os diretores, os coordenadores sempre para um ambiente agradável. Isso tem dado certo. A gente tem ido para Caetetus que é uma estação ecológica. Então, a gente trabalha lá os temas, mas também em contato com a natureza para estar sempre buscando esse reequilíbrio, qualidade de vida e preservação mesmo de vida. P/1 - Perfeito. E como é que fica a convivência, a valorização da vida na escola nesse processo? R - A gente tem percebido que as pessoas nos trazem retorno... Os pais têm dito que acham melhor mesmo a escola também estar discutindo esse assunto, porque eles não se sentem seguros para discutir. Em contrapartida, você percebe... Eu acho que fugi do que ele estava perguntando. P/1 - Laís, como é que está a convivência e a valorização da vida na escola nesse processo todo? R - As escolas estão se mostrando mais abertas. Não vou te dizer que o temor não seja o mesmo das cidades grandes, por quê? A cidade é menor, mas ela apresenta os seus problemas. Então, em relação a eles, todo mundo tem os seus temores. Mas, há uma tendência muito maior da escola ser mais aberta para a comunidade, e a gente tem conseguido muito mais. A gente tem projetos de escolas que abrem mesmo durante... Aos domingos, aos finais de semana. P/1 - Perfeito. E na sua visão, quando é que a gente erra na prevenção? R - Quando a gente não discute, quando o pai vem falar com você, do mesmo modo que tem pai que vem e diz: “Que bom que vocês estão discutindo porque eu não me sinto preparado para discutir.” Tem o pai que vem para dizer que não quer que discuta esse assunto. Você erra, se você não conversar com esse pai, se você não tenta sensibilizar esse pai, que você tem que estar na escola informando, e trazendo também para discutir, para ampliar a rede toda. P/1 - Para finalizar, você acrescentaria alguma coisa no projeto, tanto Prevenção quanto Comunidade? R - Eu estou numa fase muito legal do projeto porque a gente tem conseguido fazer várias coisas. Então, eu estou bem no momento. Agora, por exemplo, se você me perguntar, é assim: “É mais encontros, mais troca de experiências, porque a gente vai se alimentando e vai conseguindo ampliar". Eu, enquanto projeto, na minha região, eu preciso mais agora, começar mesmo de coletar os dados para uma pesquisa sistematizada, entendeu? Os dados, eu tenho. Agora, é mesmo sintetizar, enquanto pesquisa, enquanto índice mesmo! P/1 - Está certo. Obrigado Laís. Perfeito. – – – FIM DA ENTREVISTA – – –
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