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Doutora Heloísa: um exemplo de amor ao próximo

História de: Doutora Heloísa
Autor: Terezinha de Jesus Alves Amorim França
Publicado em: 12/12/2018

Sinopse

Heloísa Lotufo Manzano, 77 anos, nasceu em Santos, estado de São Paulo, onde morou até os 5 anos de idade. Filha de Arquiteto e costureira, Heloísa passou sua infância numa vila. Muitas expectativas e o desejo de “mudar o mundo”. Médica, achava que poderia fazer alguma coisa pra melhorar o mundo. Heloísa sempre viveu com o objetivo de ajudar o próximo e agradece todos os dias a Deus pelo privilégio de acordar e poder contribuir com algo para o bem da humanidade.

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História completa

Doutora Heloísa: um exemplo de amor ao próximo Heloísa Lotufo Manzano, 77 anos, nasceu em Santos, estado de São Paulo, onde morou até os 5 anos de idade. Filha de Arquiteto e costureira, Heloísa passou sua infância numa vila. As casas eram bem próximas umas das outras e não havia muito movimento de carros, pois só podiam entrar os carros das famílias que moravam lá. Por isso podia andar de bicicleta e patins, suas brincadeiras preferidas.

 

Sempre estudou em escola particular e achava que quando crescesse, seria professora, pois admirava a maneira como seus professores tratavam e ensinavam seus alunos. Mais tarde, seus pensamentos sobre o futuro foram mudando. Pensou em fazer enfermagem e depois, decidiu ser médica, sempre aproveitando as oportunidades de cuidar de pessoas, especialmente de crianças.

 

Veio para Porto Nacional (na época estado de Goiás), como residente, num grupo de 5 médicos, 1 enfermeira e 1 assistente social, trabalhar no Hospital Regional. Muitas expectativas e o desejo de “mudar o mundo”. Achava que poderia fazer alguma coisa pra melhorar o mundo. O Hospital era bem equipado e com um grande número de funcionários, poderia realizar um bom trabalho, o que realmente aconteceu. Juntamente com seus colegas, teve a idéia de abrir uma espécie de “creche”, onde as crianças passavam o dia, recebendo atendimento médico e alimentação adequada. Era muito difícil, pois não havia recursos e tudo o que recebiam eram doações, mas ainda conseguiram trabalhar por 7 anos.

 

Tempos depois, o projeto foi reiniciado, agora com o nome de CERI- Centro de Educação e Recuperação Infantil- mais conhecido como Centrinho. Hoje são atendidas crianças de famílias carentes que necessitam de orientações e cuidados contra a desnutrição. Há também, outros trabalhos, como a EFA – Escola Família Agrícola, onde atende estudantes da 2ª fase do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Técnico em Agricultura, e a entidade chamada COMSAÚDE- Comunidade de Saúde, Desenvolvimento e Educação. Lá, são realizados programas nas áreas de saúde, educação, cultura e desenvolvimento comunitário. Ações simples que fazem a diferença na vida dessas pessoas e que nos fazem refletir sobre o que fazer para melhorar o nosso país. Heloísa sempre viveu com o objetivo de ajudar o próximo e agradece todos os dias a Deus pelo privilégio de acordar e poder contribuir com algo para o bem da humanidade.

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