Busca avançada



Criar

História

Doçuras da pascoa

História de: Milly
Autor: Dilcriane
Publicado em: 19/10/2017

Sinopse

Em uma infancia muito leve e cheia de brincdeiras no rio a vivência com a avó trouxe a essa menina marcas para toda a vida

Tags

História completa

Lembro bastante de quando eu era criança,o tempo que eu corria descalça na rua com meus amigos, tive uma ótima infancia mesmo passando por autos e baixos com minha familía. Chegamos a passar nessecidades, passei fome, presenciei muitas brigas dos meus pais quando eles ainda estavam juntos. Eu passei uma boa parte da minha vida no interior com meus avós, morar em interior é tão bom, é tudo tão lindo "Boca dos Currais" é o nome do interior onde vive a maioria dos meus parentes por parte de mãe tenho boas lembranças, meus avós também tem outro interior que se chama "Castanho", lá também tenho varias lembranças vou tirar uma para contar, lá vai: Minha avó costumava fazer doce de leite, ela sempre pedia para que eu, meu irmão e meu primo a ajudasse, a gente gostava de estar ali ajudando, num certo dia estavámos brincando tomando banho de rio ela mandou que a gente saisse da água pois ia chover, e que era para a gente ajuda-la a fazer doce, e nós não queriamos, até que meu primo teve uma idéia, já que a cozinha de palha ficava longe da casa, a gente poderia continuar tomando banho sem que a vovó soubesse. Então fomos falar para ela que íamos ficar mexendo o doce, e que quando estivesse quase pronto íamos chama-lá, então ela foi para a casa e nos deixou mexendo o doce, aí começo a chover e meu primo colocou seu plano em ação: um ficava mexendo enquanto os outros dois íam tomar banho, primeiro foi meu irmão e meu primo enquanto eu ficava mexendo, eles não demoraram, aí foi eu e meu irmão e meu primo ficou mexendo o doce, eu e meu irmão voltamos, dessa vez meu irmão ficou enquanto eu e meu primo fomos brincar, só que demoramos um pouco, estávamos tão intretidos que não vimos o tempo passar, nessa nossa brincadeira meu primo e eu estavamos nos impurrando de cima da ponte, quando meu primo me cutucou eu olhei para ver o que era, quando prestei atenção minha avó estava parada em cima do barranco na chuva, ela mandou que subissimos e disse que não ia romper alelúia, como eramos crianças não entendemos o porque de ela não ter batido na gente e assim passou o resto do dia sem ela tocar no assunto, porém quando chegou no outro dia, sabado de aleluia, o galo cantou cedo, apanhamos logo pela manhã, esperamos o almoço aprontar, comemos e fomos embora para o campo, e só voltamos de tardinha quando estava tudo calmo. infancia boa a que eu tive...

Ver Tudo

Outras histórias


Ver todas


Rua Natingui, 1100 - São Paulo - CEP 05443-002 | tel +55 11 2144.7150 | cel +55 11 95652.4030 | fax +55 11 2144.7151 | atendimento@museudapessoa.org
Licença Creative Commons

Museu da Pessoa está licenciado com uma Licença
Creative Commons - Atribuição-Não Comercial - Compartilha Igual 4.0 Internacional

+