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História

Do sítio para o seminário

História de: Professor Paulo Duarte
Autor: Milene Fernandes
Publicado em: 27/11/2017

Sinopse

Os alunos do 3º ano B da EMEF"Maria do Carmo Cunha Guerbas" desenvolveu ao longo do ano o Projeto "Todo lugar tem história para contar", juntamente com a equipe escolar onde contamos com o apoio da Diretora Marinês , da Coordenadora Pedagógica Ana Paula e demais profissionais da Unidade Escolar.As atividades que desenvolvidas foram sugeridas pelo Profº Orientador do Museu da Pessoa, Danilo Eiji Lopes, em parceria com a AES Tietê.Os alunos foram devidamente orientados pela professora Milene. Todo trabalho foi realizado com seriedade pelo fato de que envolvia a vida de outras pessoas, sentimentos e "joias" que ficaram guardadas no coração e na mente dos depoentes por anos a fio.As crianças contaram com o apoio das famílias para melhor entenderem a história de Buritama, como era no passado,qual a realidade dos fatos que para eles foram descobertas incríveis, sendo tudo muito diferente de outras histórias, pois estas eram reais e não apenas Contos de Fadas como estavam acostumados a ouvir.Se encantaram ao ouvir a história de vida do Senhor Paulo que foi para o seminário para fugir da dura realidade da vida no sítio.

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História completa

Do sítio para o seminário Eu acabei a 4º série quando morava em um sítio e ia para a escola a cavalo. Com 12 anos de idade eu tinha que tirar leite no sítio do meu pai. Para prender a vaca eu jogava a corda nas pernas dela mas às vezes enroscava nas moitas de capim e não dava certo de prender o animal e se eu não conseguisse prender, meu pai me batia com uma corda dobrada ao meio. Para fugir disso resolvi ir para o seminário e contei para as minhas tias que ficaram felizes porque naquela época era melhor coisa que poderia acontecer com um adolescente. A vida de seminarista era estudar muito, tomar banho frio todos os dias, orar antes e depois de qualquer coisa que fosse fazer. Cada dia um seminarista tinha que servir água no copo de cada um dos outros seminaristas nas refeições. Éramos em 21 jovens naquele lugar. Após o almoço ia pra sala de estudo e ficava ali das 13h as 17h e na terça e quinta-feira podia jogar futebol. Os seminaristas tinham que usar batina todos os dias na hora da missa.

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