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Coronel Anchieta, o poeta militar

História de: Ubirajara Anchieta Rodrigues (Coronel Anchieta)
Autor: João Pedro Tavares
Publicado em: 22/09/2016

Sinopse

Natural do interior do RS, Ubirajara Rodrigues, difunde e contribui para cultura histórica do do RS.

Por: Rafael Costa e João Pedro Tavares

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História completa

Ubirajara Anchieta Rodrigues nasceu na cidade de Livramento, no estado do Rio Grande do Sul, no ano de 1947. Estudou em Livramento e, na época, como só tinha faculdade em Passo Fundo e Santa Maria, veio para Porto Alegre. Chegando na cidade grande aos 17 anos, Ubirajara cursou o ginásio na Academia da Brigada Militar, onde, mais tarde, em 1968, com seus 19 anos, se formou como oficial da instituição. Serviu o batalhão Pedro e Paulo (9º BPM) em Porto Alegre e, 3 anos depois, foi transferido para o 4º batalhão de Pelotas. Dali, foi comandante de destacamento na cidade de Piratini onde teve contato de fato com a história do Rio Grande do Sul.

Com seu interesse em contribuir para a história do estado do Rio Grande do Sul, contou com a ajuda do prefeito de Piratini na época e organizou a Festa da Tradição que se estende do dia 11 a 20 de setembro, comemorando a histórica Revolução Farroupilha, onde foi presidente e coordenador da festa.



UM POETA POR TRÁS DA FARDA

Ubirajara, agora coronel, encerrou sua carreira militar em Santa Maria e a partir dali quis se dedicar ao que sempre gostou de fazer. Então, começou a frequentar a Universidade de Santa Maria onde participava de rodas de intelectuais e pensadores. Junto a eles, fundou a Casa do Poeta. Pôs-se a escrever poesias e letras de músicas, compartilhadas em mais de 20 autorias gauchescas. Foi um dos autores do livro denominado “Rodeios de Causos Brigadianos” onde narra algumas histórias pitorescas relembrando sua época de Brigada Militar.

Atualmente, aos 69 anos, faz parte da Associação de Oficiais da Brigada Militar, é diretor de cultura dos oficiais da Brigada Militar e presidente da Estância da Poesia Crioula, fundada em 1957, que reúne grandes nomes de poetas gauchescos. Seu nome também está marcado com um dos fundadores da Casa do Poeta de São Pedro do Sul.

 

SENTIMENTO E POESIA

Para Ubirajara, o sentimento e poesia andam sempre juntos. Acredita inclusive, que poesia se faz também durante os momentos mais terríveis de uma vida. Diz que, o que mais lhe parece bonito é quando ouve alguém declamar suas poesias ou quando as escuta sendo cantadas em harmonia com uma música. Uma das surpresas que teve foi quando, em Santa Maria, uma menina declamou a sua poesia sem eles terem se conhecido. Hoje, Anchieta usa de várias lembranças de seus pais, e de outro tantos momentos bons que viveu, desde a carreira militar, até os momentos de lazer, para fazer uma bela poesia.

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