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Conhecimento como prevenção

História de: Edval Rodrigues de Viveiros
Autor: Museu da Pessoa
Publicado em: 15/07/2020

Sinopse

Na entrevista, Edval conta sobre sua trajetória nos projetos Prevenção e Comunidade Presente, apresenta algumas das iniciativas que já foram desenvolvidas e outras que seriam implementadas futuramente. Fala dos projetos de informática, a parceria com a UNESP e do trabalho realizado nas escolas.

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História completa

P/1 - Bom dia. Você fala para nós o seu nome completo, local e a data do seu nascimento?

 

R - Edval Rodrigues de Viveiros. Eu nasci em 18 de agosto de 1960, em Araçatuba, São Paulo. 

 

P/1 - Edval, sobre o projeto "Prevenção" e o "Comunidade", o que você tem a dizer sobre ele?

 

R - Bom, com relação ao Prevenção, nós temos feito reuniões com o pessoal da própria diretoria, coordenadores das escolas, ______, acompanhado os projetos que as escolas têm desenvolvido nas próprias escolas, e também participado das (culminâncias?) que as escolas realizam através dos eventos. E o projeto Comunidade Presente, nós inicialmente, esse ano, a partir do instante em que assumimos, em maio, nós fizemos uma reunião com os diretores e coordenadores para termos uma situação do que as escolas estavam fazendo. A partir disso, então, nós traçamos um perfil das necessidades dessas escolas, e vimos que a necessidade maior era realmente se trabalhar com o aluno, já que o professor, ele tem a informação sobre o projeto. Então, a partir disso, nós começamos a usar a informática como meio de trabalhar com esses alunos. Realizamos uma parceria com a Unesp [Universidade Estadual Paulista], através da Faculdade de Odontologia e, através dessa parceria, monitores da Unesp estão visitando as escolas para auxiliá-los na sala de informática. Aproveitamos também o PEC [Plataforma de estágio curricular] de Informática educacional, que capacitou mais de 2 mil professores, para estarmos levando alguns projetos de informática. Inclusive agora nós estamos realizando uma gincana de informática com os alunos, e essa gincana vai tentar tratar justamente o tema a paz, a importância da paz na atualidade. Os alunos, então, vão também participar de um curso, um curso que vai ser ofertado por uma empresa. E esse curso vai ser o momento deles estarem registrando através de uma apresentação multimídia todo o trabalho que a escola vem fazendo, que as escolas vêm fazendo. E também nós conseguimos incrementar a parceria com o grêmio e com UMES, que á a União Municipal dos Estudantes Secundaristas, e também realizarmos uma parceria com uma empresa para estarmos disponibilizando um projeto piloto numa dessas escolas, para que os alunos possam produzir materiais multimídia para serem utilizados e talvez chegarmos até a compor um CD-Room.

 

P/1 - E você tem ideia, assim, do que que o projeto está errando na implantação dele, algum erro, alguma coisa que pode ser melhorada?

 

R -  Eu não diria que existe erro no projeto. Eu diria que os temas desse projeto são temas que a juventude, ela gosta, ela necessita, então a maneira com que você chega até os adolescentes, até os jovens é muito importante, porque faz com que possa despertar esse interesse neles. Então, pelo menos da forma como nós temos trabalhado, os nossos professores, os coordenadores, pelo menos eu não diria em erro. Muito pelo contrário, eu diria que a gente tem sido bastante feliz em acertarmos esse lado de despertar o interesse dos jovens. Porque quando você fala em sexualidade, quando você fala em violência, quando você fala em problemas do dia a dia que eles enfrentam na sua casa, que eles enfrentam na sua família e que eles enfrentam na escola, então o jovem entende, porque ele está vivendo isso também. Então, eu acredito que nós não estamos errando. Muito pelo contrário, está tendo um acerto muito grande, uma harmonia muito grande. 

 

P/1 - E o que você acrescentaria a esse projeto?

 

R - Bom, eu diria o seguinte, que o nosso objetivo é fazer com que cada vez mais jovens se integrem totalmente esse projeto a sua própria vida. Porque a gente sabe que as escolas enfrentam principalmente o problema da violência, mas que ele traz essa violência da sua casa. Mas à medida que ele vai conseguindo enxergar isso dentro da escola, através do trabalho que a escola faz, ele vai, então, refletindo e vai mudando a sua própria atitude. Então, acredito que o que a gente pode estar melhorando é justamente incrementar, cada vez mais buscar formas alternativas, formas diferentes, formas interessantes do jovem enxergar essas questões importantes, tanto das questões ligadas à saúde, da prevenção e tal, como também com relação à questão da violência.

 

P/1 - Está certo, Edval. A gente agradece muito a sua colaboração e o seu registro.

 

R - Obrigado.



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