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História

Beleza única

História de: Suzana Rios Araújo
Autor: Museu da Pessoa
Publicado em: 20/12/2006

Sinopse

Mudança para o exterior na infância. Retorno ao Brasil. Início na Natura. Trajetória de consultora à promotora de vendas. Integração, valores e projetos da empresa. Crescimento pessoal.

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História completa

 

P1 – Suzana, eu gostaria que a gente começasse nosso papo com você se apresentando, dizendo a data e local de nascimento.

 

R – Meu nome é Suzana, eu nasci em Salvador, na Bahia, no dia 19 de fevereiro de 1968.

 

P1 – E seus pais, eles eram daqui?

 

R – Do interior de Pernambuco, minha mãe é da Bahia, moramos dois anos fora, aos sete anos de idade meu pai foi fazer um mestrado fora, levou a família e daí fomos para Brasília, ele foi transferido para Brasília e estamos lá até hoje, há mais de vinte anos.

 

P1 – Ele fez mestrado em Brasília?

 

R – Não, ele fez em Michigan.

 

P1 – Em Michigan e você era pequenininha?

 

R – Eu era pequenininha, foi dos sete aos nove anos.

 

P1 – Como era o nome do seu pai e o que ele faz?

 

R – Rinaldo Gaucho, ele é do Banco do Brasil, aposentado.

 

P1 – E sua mãe?

 

R – Minha mãe sempre foi mãe e dona de casa.

 

P1 – Como que foi sua infância em Brasília?

 

R – Minha infância, na verdade, foi mais em Salvador e fora é porque eu cheguei quase aos dez anos de idade em Brasília, né. Mas foi ótima, sempre eu era muito moleca, né, aprontava bastante, foi maravilha minha infância, muito boa.

 

P1 – Então você passou uma parte dela em Michigan?

 

R – Passei, uma parte em Salvador, uma parte em Michigan.

 

P1 – Quando você foi para Michigan você tinha quantos anos?

 

R – Sete.

 

P1 – Como é que foi? Você lembra?

 

R – Lembro, nossa.

 

P1 – Como que era?

 

R – Eu era vidrada com as máquinas, né. Lá, naquela época tinha, hoje em dia é comum até aqui no Brasil, né? Mas muitas máquinas, máquina de sanduíche, máquina de refrigerante, máquina disso, maquina daquilo, né. E eu fui até apelidada, meu nome lá era Maria maquininha. Eu via uma máquina, queria apertar o botão, queria fuçar e tal, eu sou vidrada nesse tipo de coisa, acho que carrego desde então, né. E passeava muito, fiz muitos amigos lá, tenho muita saudade, até um dia voltar e morar lá, quem sabe né? 

 

P1 – Já pensou você morando ____?

 

R – Nossa, muito bom, né?

 

P1 – E Brasília, como é que foi essa vida em Brasília, adolescência, estudos?

 

R – Brasília é uma cidade muito boa para se estudar, para trabalhar é uma cidade tranquila, muito organizada e foi ótima minha adolescência, final da minha infância, minha adolescência lá, casei lá, estudei e estudo até hoje.

 

P1 – O que você faz?

 

R – Administração.

 

P1 – Na universidade pública federal?

 

R – Não, Não, particular mesmo.

 

P1 – E, o marido, você conheceu onde?

 

R – Lá. Éramos vizinhos de prédio, lá em Brasília os prédios são chamados de blocos, né, porque tem as quadras, então são os blocos e nós éramos vizinhos e tal, e eu sempre o via e não achava a menor graça nele até que um dia, no Carnaval, a gente se encontrou e começou a namorar, e foi o único namorado que terminou comigo e eu fiquei apaixonada, e depois de um ano e meio a gente voltou e aí namoramos, noivamos e casamos em seis meses, e já vou fazer dezesseis anos de casada.

 

P1 – Filhos?

 

R – Tenho dois príncipes lindos, o Igor que vai fazer catorze anos agora dia 17 de outubro e o Artur que vai fazer seis anos em janeiro.

 

R – São lindos demais (risos).

 

P1 – Como você foi parar na Natura, como você foi consultora?

 

R – Eu trabalhava num órgão chamado Conselho Britânico, um órgão que é ligado à Embaixada Britânica e faz bolsas de estudo para fora e tal, concede bolsas de estudo, então tem alguns convênios com CAPES, CNPQ, né, e uma colega de trabalho me apresentou os produtos e falou: “Olha, eu acho que você é tão comunicativa e tal, por que que você não tenta vender, a minha cunhada é promotora, você quer que eu te apresente?”. Falei: “Quero”. Eu sempre gostei de trabalhar com vendas, desde os dezesseis anos eu trabalho com vendas. E aí eu fui numa reunião e tal, conheci a minha antiga e primeira promotora, primeira e única promotora, né, e comecei a atividade como consultora e a Natura sempre foi uma empresa que me chamou muito a atenção, por tudo de belo que ela tem, né, pelo jeito de tratar as pessoas, pelo cuidado com os produtos, principalmente pela postura e filosofia do senhor Luiz, que trata a consultoria de uma forma tão bonita, né?

 

P1 – Como se chamava essa promotora, essa sua primeira promotora?

 

R – Neilandia.

 

P1 – Neilandia?

 

R – Neilandia.

 

P1 – Como era sua relação com sua promotora, o que você aprendeu com ela?

 

R – Eu confesso assim que eu não participava muito de eventos porque eu trabalhava, tinha filho pequeno e isso não era possível para mim, né, mas minha relação com ela por telefone sempre foi perfeita, muito boa, até que um dia ela resolveu se desligar e ela me comunicou do processo seletivo que estaria acontecendo, né, se eu teria interesse. Ela já havia me chamado uma primeira vez e eu falei que não, que meu filho estava muito pequenininho e tal, que quem sabe numa oportunidade futura. E aí apareceu uma segunda oportunidade e daí seria a vaga dela mesma, né, e aí ela me perguntou: “Você tem vontade, teria vontade?”. Eu falei: “Eu acho que agora tô pronta, eu gostaria sim de participar de um processo seletivo”. Participei e aqui estou até hoje.

 

P1 – Há quantos anos você é promotora?

 

R – Vou fazer dez anos, dia 9 de fevereiro eu faço dez anos.

 

P1 – Momentos ligados à época de Carnaval, né?

 

R – É, é verdade, e eu sou de fevereiro também, né, eu amo o Carnaval. (risos) 

 

P1 – Como é que foi para você entrar como promotora? Quais foram os desafios? O que você teve que _____?

 

R – Olha, eu fiquei muito nervosa, o processo seletivo, eu fiquei muito ansiosa porque assim, eram muitas pessoas concorrendo, acho que mais de cem pessoas concorrendo, aí houve uma entrevista primeiro com uma psicóloga da empresa e depois umas provas que a gente tinha que fazer, né, redação, Matemática, Português, por fim uma entrevista com a gerente de vendas. No fundo, no fundo, eu queria muito, muito, muito, era um desejo enorme meu, naquele momento, né, eu acho que tudo tem a sua hora, né, e eu sentia que aquela era a minha hora, né? E eu acho que assim, dentro de mim eu já tinha a sensação que eu seria escolhida, né, mesmo assim a ansiedade era enorme, tomava conta de mim mesmo, sabe.

 

P1 – Você teve apoio de seu marido?

 

R – Tive, absolutamente, até hoje, é uma pessoa...

 

P1 – Como é que foram assim as primeiras convenções, os primeiros encontros com todas as promotoras?

 

R – A minha primeira convenção foi em Comandatuba, né, em 1994, e eu me lembro bem assim, eu chegando e aquele monte de gente, aquele monte de mulher bonita e de pessoas tão queridas, pessoas que sempre têm um sorriso no rosto, um abraço gostoso, né, muito calor humano, né, e aos poucos eu fui, lógico, você chega, a sensação imediata é, nossa você leva um susto, né, com muita gente reunida, porque as empresas onde eu tinha trabalhado eram grupos menores, eu não via tanta gente junta, né, mas os momentos que foram proporcionados naquela convenção e que sempre são o carinho que as pessoas que organizam a convenção têm em todos os detalhes é maravilhoso, né, então eu já fui me sentindo da família Natura.

 

P1 – E você lembra de alguma música, de alguma coisa especial dessa primeira convenção?

 

R – Não, não me lembro, da primeira convenção não.

 

P1 – E quando você ganhou seus prêmios, seus marcos, como foi?

 

R – Meu primeiro marco foi a pulseira, eu ganhei, eu estava de licença maternidade, né, porque o Artur nasceu em janeiro e a minha gerente foi levar na minha casa para mim a emoção, é lógico, não tem aquela sensação de você estar recebendo num momento especial, mas aquele também era um momento especial para mim, então sei que, todo o carinho que ela teria tido comigo num momento de festa e reconhecimento, ela teve ali naquele momento comigo, né? Ganhei minha pulseira assim. O meu colar eu ganhei numa convenção que foi fora do Brasil, foi na Flórida, era para ter sido em Miami, mas acabou sendo em Orlando por causa do George, lá, né, mas foi muito emocionante, mas muito emocionante mesmo, recebi com várias colegas, acho que foi um grande grupo, umas seis colegas receberam juntamente comigo e foi muito emocionante. É uma conquista, né? Naquele momento, nesses momentos de reconhecimento, campanhas, marcos e tal, você vê ali o resultado de todo o seu empenho, todo o seu trabalho, você vê que sempre vale a pena, é muito bacana, muito bonito. A emoção toma conta de gente realmente.

 

P1 – No que você acredita, Suzana? 

 

R – No que eu acredito? Eu acredito num mundo melhor, num mundo mais feliz, pessoas realizadas, pessoas que tenham, acredito na paz, acredito na felicidade das pessoas.

 

P1 – Como é essa sua crença no seu cotidiano com suas consultoras, no trabalho ali diário?

 

R – A minha relação com as minhas consultoras, eu tenho as minhas consultoras como se fossem filhas ou irmãs, como se fossem pessoas da família mesmo, né, então eu tenho um carinho enorme por elas e eu transmito tudo isso muito fortemente para elas em todos os encontros, em todos os momentos em que a gente pode estar junto e tal, então o carinho que eu tenho por elas e elas por mim é uma coisa muito bacana, muito bonita, muito Natura.

 

P1 – Você tem assim alguma história relacionada que tenha marcado sua carreira como promotora?

 

R – Eu posso citar a última, a mais recente, porque eu acho que foi um dos momentos mais marcante da minha carreira como promotora na nossa região, na gerência cobre, especificamente.

 

[pausa]

 

R – Na gerência cobre, no Distrito Federal especificamente, a gente está implantando agora o projeto relacionamento, né, e é um projeto muito bonito, um projeto que eu acho que é a cara da Natura, e o principal objetivo é estreitar relações, fortalecer relações com as nossas consultoras. Então nós fizemos todo o processo seletivo das nossas consultoras Natura orientadoras, e elas tiveram dinâmica, uma bateria de testes, também entrevista final e aquelas selecionadas, elas participaram de um treinamento, um treinamento que durou três dias e isso vai ficar gravado na minha mente e no meu coração para o resto da minha vida. Foram momentos emocionantes, muito emocionantes. Eu nunca fiquei tão emocionada durante tanto tempo, porque foram três dias, então houve uma entrega muito bonita. Houve uma integração muito forte e um altíssimo grau de comprometimento por parte delas. Então foi pura emoção nos três dias e eu aposto muito nesse projeto, muito, eu tenho certeza que ele vai mudar o curso da nossa história para melhor, obviamente, né?

 

P1 – O que é esse projeto, em poucas linhas?

 

R – Então, ele, o principal objetivo é estreitar relações, né, então hoje, em média, os setores têm quinhentas, seiscentas consultoras, né, então é impossível a gente dar a atenção que a gente quer dar e que as nossas consultoras merecem, da maneira devida, né? Então a proposta é cada uma dessas consultoras Natura orientadoras ter um grupo com sessenta pessoas, para que elas possam acompanhar, que elas possam dar uma atenção maior, e desenvolver essas pessoas, para que essas pessoas não se sintam tão soltas assim, tão desamparadas.

 

P1 – Projetão, hein.

 

R – Nossa, superprojeto.

 

P1 – O que você aprendeu nesses anos que tenha transformado a sua vida?

 

R – Tem uma coisa impressionante que eu acho que nenhuma outra empresa seria capaz de me proporcionar como a Natura me proporcionou, é um crescimento pessoal, é então eu passei a respeitar a individualidade das pessoas, passei a admirar a adversidade, coisa que antes eu não fazia, talvez isso não tivesse despertado em mim ainda, talvez eu tivesse isso em mim, na minha pessoa, mas talvez não tivesse despertado ainda e eu tenho a mais absoluta certeza que nenhuma outra empresa teria proporcionado essa mudança, essa transformação em mim, como a Natura fez.

 

P1 – Você tem algum caso, algum causo engraçado na sua história na Natura?

 

R – Engraçado, engraçado não, eu tenho uma consultora, ela deve ter uns sessenta anos de idade, ela é quarto lugar no meu ranking, né, e é uma pessoa absolutamente dependente, sabe? E, é uma pessoa que não passa pedidos pelo (cam?) de jeito nenhum, internet, acho que ela nem viu, ela nunca viu na vida, tem um desempenho excelente, né, porque num grupo de quinhentos e cinquenta pessoas ela se posicionar em quarto lugar é um grande mérito, né? Mas é uma pessoa assim, totalmente arredia, não gosta muito de movimento, de pessoas e tal, né, e, é engraçado, o que é engraçado nisto tudo? Um dia eu fui fazer uma visita para ela e convidá-la porque ela, por vários anos consecutivos, tem sido destaque no volume de vendas no projeto Crer para Ver, programa Crer para Ver, e um dia eu cheguei na [casa] dela, para fazer uma visita, e vi uma chupeta do lado da cama dela, na mesa de cabeceira, né, e achei aquilo muito engraçado, né, enfim, e acabei comentando com meu gerente, e disse: “Olha, não sei, acho que é uma pessoa diferente”, né, e mais uma, também por isso, eu pude perceber o quanto eu passei a respeitar, né, as pessoas, as diferenças entre as pessoas e tal, e ela não tem criança em casa, então eu acho que a usuária da chupeta era ela mesma.

Agora outra história engraçada assim eu realmente não me lembro, não me lembro.

 

P1 – Seus sonhos, quais são seus sonhos, seus desejos?

 

R – Sonhos materiais eu diria que eu não tenho tantos não, acho que eles são consequência de um trabalho, de um bom trabalho, enfim, agora enquanto pessoa eu espero continuar crescendo, espero poder ajudar, ensinar, passar muito do eu sei, né, aprender cada vez mais, também porque eu tenho sede de aprender, né, e, ver essa empresa brilhar muito, eu quero que a nossa empresa seja a melhor empresa do mundo na área onde ela atua.

 

P1 – Uma curiosidade, você lembra de uma canção que tenha ficado martelando durante algumas das convenções que você participou?

 

P1 – Aqui tem um labirinto.

 

R – É verdade, bem grande aqui, é enorme aqui, mas eu acho que também para receber tantas pessoas, são quinhentas pessoas mais ou menos, né?

 

P1 – Voltando, tem alguma canção que tenha marcado as suas convenções?

 

R – Não, não tem, que eu me lembre não, não nenhuma.

 

P1 – Como você vê o trabalho da Natura, essa preocupação da Natura, talvez seja uma das pioneiras nessa preocupação ambiental nesse cuidado na manipulação da vida, da espécie?

 

R – Eu acho que tudo isso começou até pela opção comercial através da consultoria, então, a nossa empresa, ela valoriza muito o ser humano, né, nós não queremos vender um batom porque ele é bonito, um perfume porque é cheiroso, a gente quer detectar as necessidades das nossas, dos nossos consumidores e poder atendê-los da melhor forma possível, com os produtos adequados, então acho que tudo isso começa daí, toda a preocupação com o indivíduo, toda a preocupação com o ser humano, e, a preocupação com a natureza, eu acho que cabe bem dentro deste contexto, por ser a Natura do jeito que é. Eu vejo com muito bons olhos. Acho que isso, hoje em dia, muitas empresas vêm fazendo, mas não da forma como a nossa empresa faz, né, eu acho que a nossa empresa não tem nenhuma intenção comercial, ela não trabalha a visibilidade através disso e sim de uma forma muito consciente, então, por exemplo, a gente pode citar a linha Ekos, né, toda essa preocupação que ela tem com a sustentabilidade, né, ou seja com a legitimidade, de todo o processo de extração de ativos da natureza de forma que não prejudique, de forma que a gente possa ter a nossa natureza aí se perpetuando, enfim tudo isso é muito bonito, é muito bacana e isso é a cara da Natura, né?

 

P1 – E a Suzana, a Suzana que não é promotora, a Suzana que é mãe, esposa, dona de casa, como é a vida dela, o que ela gosta de fazer?

 

R – A minha família para mim está em primeiro lugar, né, então meu marido, meus filhos, e o que eu mais gosto de fazer assim nos momentos em que eu tenho folga, nos finais de semana, é estar com eles realmente. Então gosto de ir para o Shopping, gosto de levar meu pequenininho para o parque, gosto de assistir filmes com eles, gosto de dançar, adoro festas, sempre que possível a gente está sempre muito junto, eu valorizo muito a minha família, meu marido meus filhos, adoro viajar, adoro conhecer novos lugares, novas pessoas, enfim, a gente se diverte bastante.

 

P1 – Você tem algum hobby?

 

R – Nossa eu tenho vários, assim, eu sou uma pessoa muito eclética, eu gosto de muitas coisas, eu adoro ler, principalmente revistas porque eu acho que é uma leitura mais dinâmica. Eu não tenho muita paciência para livros, eu raramente consigo chegar ao final de um livro, começo com todo o entusiasmo, mas um quarto dele mais ou menos, eu já estou abandonando. Adoro viajar também, adoro dançar, que mais, cinema, adoro estar com meus amigos, eu tenho vários hobbies, não sei, não tem nenhum, assim, específico, não.

 

P1 – Claro que as máquinas, né?

 

R – É, tem maquininha, com certeza.

 

P1 – Suzana, para gente fechar, o que é a beleza de ser promotora Natura, como você define essa construção?

 

R – É uma beleza única a beleza de ser promotora Natura, é, ah, eu acredito que nenhuma outra empresa proporcione essa energia tão bonita, esse astral maravilhoso como a nossa empresa pode proporcionar para as nossas promotoras, né, e como eu já falei anteriormente, eu acho que, eu acho não, eu tenho certeza que é uma empresa que proporciona o crescimento pessoal de uma maneira muito bonita e gradativa e respeitando os limites de cada um como nenhuma outra empresa poderia fazer, então é uma beleza única, a gente se sente gente realmente e a gente gosta de gente.

 

P1 – ok!

 

R – Certo?

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