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História

Batendo metas de consumo elétrico

História de: Gilberto Lucas de Oliveira
Autor: Museu da Pessoa
Publicado em: 19/11/2006

Sinopse

Trabalha na parte da elétrica, junto com os eletricistas da AmBev. Cuida da parte de energia elétrica, de índice de energia, que mostra o consumo que a Companhia consumiu durante um mês, dividido pela produção de cerveja e refrigerante que se tem. Isso é controlado no dia-a-dia e faz parte da sua responsabilidade.

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IDENTIFICAÇÃO Nome, data e local de nascimento Meu nome é Gilberto Lucas de Oliveira. Eu nasci em 17 de junho de 1981, em Itaúna.

MUNDO DO TRABALHO Cotidiano de trabalho Eu trabalhava na parte de operação e há pouco tempo estou na parte da elétrica, junto com os eletricistas da AmBev. Eu cuido da parte de energia elétrica, de índice de energia, que mostra o consumo que a gente consumiu durante um mês, dividido pela produção de cerveja e refrigerante que a gente tem. Isso é controlado no dia-a-dia e faz parte da minha responsabilidade desde que eu vim pra cá. Sou eu que cuido dessa parte. Hoje a gente tem o índice do mês passado, que fechou em 7,64. A nossa meta era 7,80, então a gente já conseguiu batê-la. Tem a meta da CEMIG, que estipula pra gente, mas que ainda não veio. Quando a gente compara as metas, geralmente a nossa é ainda melhor. Eu, em conjunto do pessoal, tenho que cuidar do consumo de energia. Toda aquela energia que está sendo gasta sem necessidade, nós temos que cortá-la, o que significa cortar os custos de produção cada vez mais. Porque quanto mais a gente produzir e menos gastar, melhor será o nosso índice. A gente sempre bate nessa tecla pra economizar energia. A gente tem um equipamento em cada subestação. Esses equipamentos fazem a medição que a gente coleta através de um programa de computador. E lá eu tenho todo o consumo, a demanda, o fator de potência, tudo o que esse aparelho me envia. Então, pra cada área, eu tenho um equipamento. Seria, por exemplo, a lata, o packaging, a fabricação, a filtração. Pra cada ponto da fábrica, existe um medidor, que são a minha referência.

PROCESSOS INTERNOS DA EMPRESA Responsabilidade Social Como fico nessa parte de energia elétrica, por exemplo, eu não estou muito ligado na área de gestão ambiental, a não ser pelo consumo, porque a gente já controla. E, como eu te falei, venho de outra área. Mas a parte de gestão ambiental cuida mesmo da nossa água. A gente trata os efluentes aqui. A gente tem um controle muito grande dos efluentes e dos descartes mandados pra ETE, porque a gente cuida do nosso meio ambiente. Nós temos coleta seletiva na fábrica, que funciona bem. Na nossa área, a gente faz uma avaliaçãozinha pra ver como é que está, e a coleta que seria de papel, de plástico, de lixo comum, está sempre andando direitinho. Então a gente sempre controla isso também.

UNIDADES DE PRODUÇÃO Juatuba Eu sei que a gente não fabrica refrigerante. A gente só envasa as marcas Sukita, Pepsi, Guaraná Antarctica, Soda... Eu acho que todos os refrigerantes daqui. A cerveja é produzida aqui mesmo. A gente faz a Skol, Brahma, Antarctica, Caracu e, às vezes, a gente fabrica a Original, que é a Antarctica Original.

PRODUTOS Cerveja Skol/Guaraná Antarctica Na minha opinião, que é a opinião nacional,o meu produto preferido é a Skol, como cerveja, e o Guaraná Antarctica, como refrigerante.

TRABALHO Ingresso na empresa/Trajetória profissional Vai fazer um ano que estou como funcionário próprio, porque antes eu era funcionário terceiro e fui contratado pra trabalhar na AmBev. Eu acho até que meu crescimento foi rápido, porque de terceiro passei a funcionário e de funcionário passei a técnico. Então, em um ano, meu crescimento foi razoável. Acho que a minha trajetória na AmBev foi só de desafios. Quando eu entrei, havia uma máquina que poucos sabiam operar. E ninguém nunca havia começado por ela. Então foi lançado o desafio: “você vai ser o operador dessa máquina”. Eu comecei a treinar com o Operador e ele adoeceu com três ou quatro dias de treinamento. Então eu fiquei no lugar dele, operando essa máquina um final de semana inteiro. Na verdade, eram duas máquinas, que se chamam centrífugas; são máquinas que retiram o fermento das cervejas. Daí me tornei o Operador da máquina. O rapaz, quando voltou, ficou comigo um tempo pra ver se estava tudo ok, mas logo ele foi desviado de função e me deixaram nessa máquina, onde eu trabalhei alguns meses até surgir essa oportunidade. Então esse foi um dos desafios. O outro desafio foi justamente sair da área de operação pra ir pra área de elétrica. Eu fiz o curso no SENAI, mas nunca tinha trabalhado na área. Então, pra mim foi uma coisa totalmente nova. E eu agarrei. Já estou na área há dois meses e hoje sou responsável pelo índice. Então, já é um ganho muito grande.

TRABALHO Momentos marcantes Uma coisa que marcou mesmo foi justamente quando eu comecei, naquele fim de semana que eu fiquei sem chamar ninguém, nem gestor ou supervisor. Quando foi na segunda-feira, me colocaram no céu. Então, pra mim, aquilo foi muito marcante, porque eu tinha acabado de chegar e já estava bem falado, vamos dizer assim.

CULTURA DA EMPRESA Valores Eu acho interessante justamente pela cultura AmBev ser única. Ela é única aqui, mas também em todas as filiais. Eu não conheço nenhuma filial, mas eu acho que o que a gente faz aqui seria o mesmo que fazem a filial Rio, ou a filial Agudos ou qualquer outra filial que a gente pegasse. Então eu acho muito interessante saber que o que a gente faz aqui, outra filial também faz. E o que a gente faz errado aqui e consegue corrigir, a gente corrige o que nas outras também está errado.

PROJETO MEMÓRIA VIVA AmBev Importância dos depoimentos Eu também acho interessante saber quem é o funcionário, como é sua vida - coisa que outras empresas não se preocupam. Eu acho muito legal a AmBev valorizar seus funcionários. Porque eu não sou só mais um na fábrica, eu sou um da fábrica. E acho isso legal você querer saber como é a minha vida na AmBev. É uma coisa muito boa.

ENTREVISTA Avaliação/Recado Gostei de ter dado meu depoimento. Estava meio receoso em vir, mas gostei muito. Gostei de passar pra alguém o que aconteceu comigo. Porque até então eu não tinha passado pra ninguém. Eu gostaria de falar pras pessoas acreditarem na AmBev porque ela dá futuro.

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