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História

As amizades do esporte

História de: Gabriel Andrade Marques
Autor: Museu da Pessoa
Publicado em: 17/09/2015

Sinopse

Nesta entrevista, Gabriel nos conta a respeito de sua família, a separação de seus pais e cotidiano de sua casa, habitada por sua mãe, sua irmã mais velha e um gato de estimação. Nos fala também sobre sua paixão por computadores, seus lazeres preferidos e sua relação com o esporte, mediado pelo PRODHE. A respeito deste, fala sobre o cotidiano do programa, suas subdivisões, os campeonatos e as amizades que lá nasceram. Sabemos também sobre sua viagem de cruzeiro, a origem de seu apelido (“Greg”) e seus sonhos para o futuro.

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História completa

Meu nome é Gabriel Andrade Marques, nasci dia 03 de novembro de 1999 em São Paulo. Meus pais se chamam Maria da Conceição Andrade e Renildo Ferreira Marcos. Eu moro lá no Catanduva, em um apartamento. Seria um condomínio. Bem pequeno mesmo, tem quadra, tem parquinho, acho que eu nem gosto muito de sair, fico mais em casa. Eu estudo aqui na USP, na Escola de Aplicação. Então, como que eu cheguei no PET... É que eu fazia outro negócio no esporte, chamava Vagalume por causa da camisa que era muito fosforescente. Daí, eles saíram daqui porque eles não podiam mais ter esse espaço. Eu tive que sair também porque eu não queria ir para muito longe que eles foram. Daí a minha mãe descobriu que tava tendo outro do mesmo tipo, que era o PET. Ela me mandou para cá. Se faz uns três anos que eu tô aqui, tenho 15, então com 12 anos eu entrei. Eu sou meio tímido, aí eu ficava com a minha irmã, não sabia o que falar. O pessoal veio falar comigo: “Opa, e aí, como você é?” “Como você chama? Você tem cara de Greg, vou te chamar de Greg”, aí ficou. Por causa que eu pareço com Greg do “Todo mundo odeia o Cris”. Ninguém sabe meu nome. Os lugares do PET são separados em três faixas etárias, uma faixa etária da nossa, que a gente é unidos e tem três faixas etárias antes: Unidos, Pequeninos e Petelequinhos. O que o PET me ensinou? Acho que o fundamental, praticar o esporte. Me ensinou muito bem, praticar esporte é muito bom, tem que ser uma pessoa saudável sempre. Mas mais a amizade que a gente conseguiu. Mas meu sonho hoje mesmo é conseguir viver sem trabalhar.

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