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História

"Aquele em que eu conto (brevemente) minha história"

História de: Ana Carolina Teixeira
Autor: Ana Carolina Teixeira
Publicado em: 27/04/2022

Sinopse

Minha breve história contada pelas minhas lentes (as vezes meio borrada, acinzentada, mas ainda sim, de minha autoria).

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História completa

Acredito que o título tenha chamado sua atenção, caro leitor, caso seja um amante de seriados antigos e de Sitcoms, suponho que essa referência a 'Friends' tenha te levado a entrar nesse documento. Espero que aproveite sua jornada sob minhas lentes de contato, uma vez que te apresentarei meu mundo por meio delas. Segunda feira, dia 15 de Março de 2004, para a sociedade, mais uma estatística populacional nasceu, para minha família, a caçulinha veio ao mundo. Me chamo Ana Carolina dos Santos Teixeira, sou a única filha da minha mãe, porém, "divido" meu pai com mais três irmãos - Júnior, Andressa e Wanessa são os respectivos nomes. Por mais irônico que isso possa soar, nasci no mesmo dia em que a mãe deles e compartilho uma relação incrível com a mesma. Nossas conversas são regadas a risadas e momentos constrangedores. Minhas irmãs são minha base, minhas companheiras para "o que der e vier", infelizmente, não posso dizer o mesmo de meu irmão. Apesar da ótima relação entre os filhos de meu pai, sou a única que carrega seu sobrenome, Teixeira, com muito orgulho.

De criação humilde, meu pai, Jaime Fernandes Teixeira, carrega as marcas da vida rural exploratória até hoje, evidenciando o quão difícil foi essa transição de uma cidade do interior de Minas Gerais para a capital de São Paulo. Por mais que sua formação acadêmica não seja muita, o que é de maior valor - sua bagagem cultural, vivências e histórias que rendem até de madrugada - este adora compartilhar-lás e eu, como boa ouvinte, ouço com carinho e cautela, me atentando a cada detalhe das minhas gerações passadas.

Nascida na capital de São Paulo, minha mãe, Suzana Pereira dos Santos Teixeira, traz consigo as memórias e experiências de uma vida serena, porém cheia de altos e baixos. Ela e sua irmã, Silvia Cristina - a qual muitos pensavam que eram gêmeas, que infelizmente, veio a falecer ano passado - foram modelos para a construção do meu caráter e personalidade, pois, conseguiram me ensinar, de uma forma doce e gentil, que nem sempre a vida é tão séria e regrada como eu cogitava.

Sou grata aos meus progenitores e todos aqueles que me auxiliaram em meu crescimento, pois estes não só se encarregaram de cuidar e se atentar às minhas necessidades básicas, mas também compartilharam histórias e marcas de suas trajetórias comigo, contribuindo para o meu desenvolvimento pessoal e acadêmico.

Quanto a minha história, esta ainda é uma incógnita, um processo em andamento, visto que possuo apenas dezoito anos de "memória". Entretanto, posso descrevê-la em duas palavras: (re)descobrimento e emancipação. É fato que estes termos se complementam, visto que, a cada amanhecer, eu (re)descubro quais são meus gostos pessoais, hobbies, visões políticas, crenças, religiões, dentre outros elementos que foram me "impostos" pela minha família, configurando, portanto, uma "fuga" ao modelo esperado pelos mesmos. A continuação de minha história está apenas começando, por isso, fique a vontade para pegar um assento e presenciar de perto como irá se desenrolar.

Mas, para os curiosos de plantão, creio que posso dar um spoiler: não há de ser fácil, porém, prometo não desistir e cumprir meu sonho - proporcionar através do audiovisual, um pouquinho de entretenimento para aqueles que, assim como eu, acharam um refúgio do caos (da mente e do mundo) em obras cinematográficas e na literatura.

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