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Adormecer

História de: Ninfa Zamprogna Barreiros
Autor: Ninfa Zamprogna Barreiros
Publicado em: 20/05/2010

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Só me lembrei do Museu da Pessoa depois que ao entrar num salão para assistir a uma peça e me deparei com o livro "História Falada", em uma das estantes. Ao abri-lo, em uma das páginas lá se encontrava o nome do Museu da Pessoa. Expliquei ao amigo do meu lado do que se tratava. Com certeza ele deverá estar procurando no Google a veracidade das informações que lhe passei sobre a existência de um Museu de Pessoas. A peça foi excelente e as lembranças voltaram de tempos idos, em que vivia lendo as crônicas existentes, das famílias etc. Rotina do dia-a-dia. Mas, não dormi. Escrevi Adormecer... Desnecessário se faz Alimentar-se... De quem, do que? De ti, de nós Jejuar, viver de ar. Mesa posta é a esperança de companhia O aconchego anuncia Sintonia de corpos febris, ardentes, sedentos de amor. Sentimento seguro Um ou dois três dias, Passagem de cometa desfez-se alegria Rastro de magia... Amor eterno... Sol e lua Razão e emoção dançando um samba canção, Na areia da praia? Não Estrela guia... Sai da rota. Acorda Dormir acordado vela-se o sono suave. Morte à hipocrisia Adormece, porque amanhã é outro dia. (Texto enviado em julho de 2010)

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