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História

A Casa das Rosas

História de: Renata Cruz Santiago
Autor:
Publicado em: 17/01/2022

Sinopse

Renata conta nessa breve entrevista seu carinho pela Avenida Paulista e especialmente a Casa das Rosas, que teve um importante papel em seu noivado.

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História completa

P – Renata, para começar eu gostaria que você contasse para a gente o seu nome completo, a data e o local de nascimento.

 

R – Meu nome Renata Cruz Santiago. Eu tenho 28 anos, nasci em São Paulo.

 

P – Legal. Renata, conta um pouco para a gente qual é a sua relação com a Avenida Paulista?

 

R – Bom, eu trabalho aqui na Avenida Paulista já vai fazer um ano. Eu adoro a Avenida Paulista. Eu estudo também. Estava fazendo um curso de inglês assim na Consolação. E tanto que eu gosto de ver a quantidade de pessoas diferentes, tudo, que ao invés de pegar metrô eu prefiro ir andando, só para ver. E adoro toda essa cultura assim que tem, essa diversidade cultural. Porque tem teatros, tem cinemas, tem o Sesc. Adoro a Avenida Paulista.

 

P – Você comentou comigo que mora aqui perto, não mora?

 

R – Moro, moro aqui perto.

 

P – Como é morar aqui no bairro aqui?

 

R – Ah, é uma delícia, assim. Porque apesar de ter alguns problemas como tem em todos os bairros, assalto, essas coisas, a quantidade de gente que passa aqui pela Paulista é muito grande. Então assim ver todas essas pessoas diferentes. E é bonita a Paulista. Ela é ampla, ela tem árvores. Assim, eu adoro, eu sou suspeita para falar. Eu gosto muito daqui.

 

P – E, Renata, conta para a gente, tem uma história que foi marcante com a Avenida Paulista para você?

 

R – Olha, tem várias histórias assim. Mas a última que eu me lembro é que era um domingo, eu estava em casa sem fazer nada. Sem fazer nada assim, porque sem dinheiro - para falar a verdade - eu e o meu noivo. E a gente estava discutindo, estava naquele clima horrível. Aí eu lembrei, eu falei: "Ah, vou passear pela Paulista, eu adoro mesmo." Aí veio eu e meu noivo. A gente estava passeando, olhando, mas ainda estava aquele clima meio chato. E aí ele viu a Casa das Rosas. Por ele ser do interior, eu esqueço que muitas coisas ele não conhece aqui em São Paulo, né? E ele viu, perguntou sobre a casa: "Ah, vamos entrar." Entramos na Casa das Rosas, ficamos no jardim. E ele foi, sabe, adorando aquele, sabe? Porque ele não conhecia, é algo novo. E é uma delícia ficar ali na Casa das Rosas vendo, sentado conversando, vendo as pessoas passarem. Ou mesmo a casa, conhecer a casa. Aí ele foi gostando, a gente começou a conversar. Quando a gente viu, sabe? Já estava tudo na paz. A gente já tinha parado de brigar. E ficamos até a noite. E depois ia ter uma palestra cultural. A gente ficou também. Sobre o Patativa, se não me engano. E assim, foi, é Patativa do Assaré. E foi super legal. Ele aprendeu um pouco, eu aprendi um pouco. A gente parou de brigar. Ficamos conversando. Então essa é uma das histórias porque eu gosto da Paulista. Acho que o clima aqui faz a gente ficar feliz. Não sei, as pessoas. Toda essa riqueza cultural, as opções que a gente tem para ver filmes, pra passear, para conversar. Mesmo sozinha. Eu gosto de andar sozinha. Eu paro no sinal assim e uma pessoa já começa a puxar conversa: "Ai, tá frio, tá calor." não sei. Pelo menos eu sinto isso aqui da Paulista, não sinto de outro lugar. Tá bom? Obrigada.

 

FIM DA ENTREVISTA

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