Busca avançada



Criar

História

A escola na vida, o verdadeiro sentido da educação

História de: Vilma Guimarães
Autor: Museu da Pessoa
Publicado em: 00/00/0000

Sinopse

Vilma Guimarães percorreu uma trajetória marcada por trabalho e dedicação à causa da educação e do resgate de uma dívida social que este país ainda conserva, a despeito de melhorias, no tocante à democratização do saber. Essa inclinação para enfrentar desafios acredita ter nascido dos exemplos que recebeu do pai e começou na sala de aula, moveu-se pela coordenação e direção escolares até chegar à gestão de departamento voltado para atender a toda a rede pública. Tudo isso sem se descuidar das pessoas, sempre em defesa de suas convicções: “dar mais a quem precisa mais”. Em seguida, faz a sua trajetória na Educação concebendo o processo ensino/aprendizagem como um processo de construção coletiva do conhecimento, a exemplo do Telecurso e da Metodologia Telessala, na Fundação Roberto Marinho.

Tags

História completa

Mudar todos os dias,

para continuar o mesmo.

Dom Hélder Câmara

 

Sou Vilma Maria Pereira Guimarães, nasci no Recife, no dia 15 de setembro de 1948, entre quatro e cinco da manhã. Dos avós, só conheci a mãe do meu pai. Do meu pai e da minha mãe conheci amor, carinho, cuidados, dedicação, preocupação em nem de longe repetir a infância difícil deles. A avó que eu conheci nos deixou com 94 anos e eu, com 12 anos, estava lá no hospital, cuidando dela.

 

Minha avó tinha uma banca de feira e papai, já desde pequeno, com quatro, cinco anos, já carregava a feira de outras pessoas (...)

 

Meu pai, aos dez anos, já era um excelente sapateiro. E contava que teve uma vida difícil, mas que chegou a dono de uma indústria de calçados com quase quinhentos operários. Uma característica dele é que ele não queria que os filhos - nove ao todo - passassem pelo que ele passou. E, para tanto, ele trabalhou a vida inteira em prol de uma educação de qualidade, alimentação farta e conforto para a família, sem negar cultura e lazer. Com tudo que ele realizou ao longo da vida, não lhe parecia importante contar coisas ruins por que passou, mas sim aquilo que conquistou. Minha mãe também era muito trabalhadora. Fazia milhares de docinhos e salgadinhos, costurava toda a nossa roupa, todas as fantasias, bordava todos os vestidos, vestidos belíssimos. E junto, ajudando muito mamãe, nós tivemos uma ‘mãe de criança’, pessoa muito especial, que a gente chamava de Mãe Lia e que, infelizmente, nos deixou muito cedo. Ela dividia com nossa mãe todas as tarefas e também o afeto por nós.

 

Ela abraçou todos os filhos como filhos dela (...), ela conseguia dar um pouco mais de dengo, um pouco mais de cuidado (...).

 

Meu pai era um homem que ficou viúvo muito cedo e era um namorador conhecido, era um dançarino, muito vaidoso, era um conquistador e adorava paquerar. E ele, viúvo, com um filho dos seus onze, doze anos, conheceu minha mãe em uma festa. Namoraram e casaram em um ano. Foram morar no Recife, ele já fazendo sua trajetória profissional, já conquistando espaço. E aí, existem todas aquelas lembranças da casa simples, porém ampla, confortável, quintal grande, muitas frutas. O quarto dos meninos e o das meninas, mas um banheiro só, nove crianças, uma loucura! A mesa de refeição era a oficial de pingue-pongue. Comida farta e boa, e mamãe exímia cozinheira.

 

E tinha que provar tudo e tinha que comer tudo. Não gosto não tinha lugar, vai aprender a gostar.

 

Os irmãos mais novos vão nascendo - desses nascimentos eu tenho memória - sempre em casa, sempre com parteira, quase todos de madrugada. Bom, eu sei dizer que, com relação ao meu pai e à minha mãe, eu ajo muito de acordo com o que aprendi com eles, em todos os sentidos, todos os aspectos. Nos hábitos, na formação, nos valores, no compartilhar, no cuidar, no harmonizar. Foi sempre esse o exemplo que eles passaram, assim como moldaram nosso caráter, nossa personalidade, totalmente. Aos doze anos, eu fui ensinar catecismo numa comunidade com as freiras - eu estudava num colégio católico. Ali, eu acho que se revelou para mim qual seria a minha missão - educadora e permanentemente integrada a um trabalho de inclusão dos meus semelhantes desassistidos. Inclusão na vida digna e nas oportunidades.


Depois eu fui para a catequese da Diocese de Pernambuco - Dom Hélder Câmara era o Arcebispo. Por essa época, eu, com quinze anos, já namorava, já estava no movimento estudantil e já estava chegando ao Círculo de Cultura de Paulo Freire. Então, era a catequese, a alfabetização, o trabalho voluntário, enfim. Como na grande enchente de 1966, em Recife. No movimento estudantil, eu conheci o meu primeiro marido. Marido por vinte e três anos, amigo de toda uma vida. Ele era da JUC (Juventude Universitária Católica) e eu da JEC (Juventude Estudantil Católica). A propósito dessa precocidade toda - namoro, casamento, militância, tudo muito nova - lembro da preocupação de meu irmão mais velho, que tinha posições ideológicas e filosóficas diversas das minhas.

 

Mesmo assim, construímos relações muito generosas(...). E eu era muito querida dele, ele era muito querido. Partiu em dezembro do ano passado (...).


Antes disso, muito triste, também, foi a perda de um outro irmão que, como eu digo, abriu o caminho para mim, sendo precursor e paradigma. Morreu com sequelas do que costumamos chamar de anos de chumbo. E depois partiram papai, com 99 anos, e quase dez anos após, mamãe, com 93 anos, que começou a partir um pouco quando perdeu aquele filho destruído pela repressão. Foram momentos obviamente tristes, mas memoráveis. No caso de meu pai, todos em volta, cantando, rezando, mãos dadas. Ela também nos teve a todos em redor, na despedida.

 

E a gente chorou, mas aquele choro tão saudável da dor, e não dor da perda. (...) A dor da saudade, só.


E a lembrança recente da minha cirurgia. Imensa, invasiva, perigosa, inesperada, dolorosa, traumatizante. Mas com uma recuperação excepcional. Certamente fruto de aspectos etéreos, místicos, angelicais, espirituais. Talvez todas as sementes de ajuda, de paz, de solidariedade, os pontos de luz que espalhei ao longo da vida.


Eu tinha proteção de todas as dimensões religiosas, de todo mundo do bem, eu sentia isso chegar para mim. E eu tive muitos anjos fantásticos maravilhosos. Eu, meu filho, minha filha, a outra que mora na Holanda (...) existe a paz, existe a paz, muito afeto, muito amor, muito amor.

 

Passeando pela minha infância, lembro-me das festas vividas no meio familiar. Iam do Natal aos santos de junho e meu pai fazia questão da representação: o Papai Noel, em charrete, chegando no nosso quintal; no São João tinha zabumba. Minha mãe fazia roupas lindíssimas para nós e variados pratos de época. Ovinhos de Páscoa feitos em casa; a tradição de procurar. Porque a maioria dos nossos folguedos, que a gente vive - do Carnaval, do Maracatu, do São João, de tudo isso - são histórias que os nossos primeiros deixaram para nós.

 

Atualmente, a juventude mantém vivas algumas dessas manifestações - o Maracatu, a Ciranda, por exemplo. Agora, especial mesmo era o Pastoril, suas cores e sons, a junção do sagrado e do profano, a celebração de crenças e devoções. Mas, veja, uma infância festeira como a minha não deixa só a marca da alegria; eterniza, também, as manifestações culturais, a alma devota do povo. E algumas são expressões de religiosidade. O fato é que cresci nesse ambiente de valorização das festas populares e isso, provavelmente, me permitiu conhecer melhor a índole, os anseios e as necessidades daquela gente. Talvez daí tendo se originado o meu desejo de participar de um trabalho de alfabetização daquele pessoal, ajudando-o a se libertar por meio da educação. Então, quis ser professora. Até porque eu já frequentava os Círculos de Cultura de Paulo Freire e aquela experiência me fascinava. Fui fazer o Magistério e decidi que teria que ser à noite. Depois fui para a universidade pública. Meu pai não entendeu nem a escola pública nem o curso de História. Creio que todo esse direcionamento - conhecer melhor a realidade e a nossa história - estivesse relacionado ao que eu chamo de uma semente que já existia dentro de mim, “de que a gente não podia se acomodar com o que estava acontecendo no Brasil”. E, eu também envolvida no movimento estudantil.


Então, eu entrava no pátio, que era aberto, subia no restaurante, fazia os discursos, discutia que a merenda não estava de qualidade (...), toda aquela pauta de nossa época.


Do ponto de vista do ativismo e da militância, a Universidade trouxe o ganho da luta mais organizada, mais profissional, digamos assim. Já não era a Juventude Estudantil Católica - JEC, agora era a Juventude Universitária Católica – JUC. Onde militava meu irmão, que foi preso. Entre as transformações, o casamento. E tudo isso sem arrefecer o trabalho voluntário na Arquidiocese, sob a liderança de Dom Hélder; o desejo de servir, a decisão de alfabetizar. Bom, mas aí o curso de História chegou ao seu final e a minha história na Educação iniciou-se propriamente. Iniciou-se ainda no grupo escolar, uma daquelas escolas para as quais ninguém queria ir. Explico: ainda não havia sido feita a reforma escolar que transformaria os antigos grupos em escolas de primeiro grau; portanto, tais grupos ainda abrigavam um turno do então ginásio, o turno da fome - sem merenda, sem nada. E justo nesse é que eu fui ensinar. Até que foi feita a tal reforma e eu fui feita diretora, à minha revelia, por ser a única entre as professoras a ter curso superior. Três dias depois me comunicam: “Olha, você perdeu a direção para a mulher do delegado”. Direção que eu não pedi, nem queria. Aí me mandaram para outro município para ser diretora de uma escola de primeiro grau. Também sem eu pedir. E sem querer. E as minhas aulas desapareceram, foram redistribuídas. Ainda assim, fiz uma verdadeira revolução nessa nova escola. Reformulei a escola física, didática, estrutural e tecnologicamente. E, principalmente, na mentalidade. Professores concluíram o curso superior; estudantes passavam para testes de seleção com notas máximas; instituiu-se ali a universalização do direito a uma educação de qualidade. Foi então que me deram uma escola com quatro mil e duzentos estudantes, em Olinda. A maior de Pernambuco, dentro de um conjunto habitacional e ao lado de uma comunidade de excluídos. Consegui que essa escola passasse a viver uma revolução permanente. Deu-se vida, cor e integração: a primeira medida foi reunir áreas, combater a fragmentação disciplinar. Para tanto, fui beber na fonte dos teóricos a fim de cumprir o compromisso de fazer o melhor.


E por isso foi possível construir grupo, por isso foi possível cuidar das lacunas todas e descobrir talentos.


Com efeito, criaram-se grupos de teatro, atletismo, coral. A biblioteca foi aberta à comunidade. A escola ficou coberta “dos trabalhos de arte (...), os corredores desenhados de lápis de cera pelos estudantes”. Redobrou-se a atenção ao meio ambiente: as buganvílias, o cultivo do arroz, a criação de camarão, no olho d’água. Os ambientes de artes industriais, práticas comerciais, práticas do lar, práticas agrícolas. O laboratório de Ciências, a serviço da comunidade. E tudo isso numa perspectiva de uma educação básica com preparo para a vida cá fora, com uma base humanista amparada em justiça social. Para essa escola, levei meus filhos, que até então cursavam uma das mais tradicionais e respeitadas escolas da rede privada de Pernambuco. É essa a visão que trago comigo até hoje: a de que é função do professor promover a educação básica, transformando a informação em conhecimento, a serviço da vida; da comunidade; do país; do planeta. Mas aí tudo se interrompeu, num contexto de perseguição política. Uma longa história de injustiça e arbitrariedade. Na TV Universitária, que escolhi entre tantos convites recebidos, passei a exercer uma assessoria educacional: foram muitos projetos em parceria com a Secretaria de Educação. Nessa perspectiva, cheguei a utilizar, como instrumento, o Telecurso. Não em uma, como de praxe, mas em trinta e quatro escolas. Contudo, houve a volta do governador Miguel Arraes e eu recebi convite para assumir o Departamento de Tecnologia Educacional - DETE.


A gente tinha as Centrais de Tecnologia, que atendiam Pernambuco inteiro, do Sertão ao Cais. E aí eu fui produzir vídeos para formação de professor e fui fazer formação em rede.


E assim… usando os estúdios da TVU, fizemos dois programas para a formação de professores - um com a “proposta pedagógica de relação de saberes” e um outro com temas presentes na agenda social. E com o privilégio de contar com a consultoria de Paulo Freire no segmento Educação de Jovens e Adultos.  Paulo Freire, a propósito, é um capítulo à parte na minha trajetória, seja de educadora, seja de militante pelas causas sociais. Da convivência com ele guardo, em especial, a volta a Angicos, que foi um marco em sua história de educador. Outra experiência, não menos importante, foi a alfabetização de camponeses, na Zona da Mata, com depoimentos comoventes, como este: “O lápis pesa mais do que a enxada”. Foi inesquecível acompanhar na prática o significado dessa frase.


E daí por diante, projetos e mais projetos, com destaque para o Tele Escola - a Fundação Roberto Marinho fez os vídeos. Mais desafio, outras batalhas, comprometimento. Ou seja, o que se espera da complexa missão de educar. Permitir às gerações que desfrutem da possibilidade de ver chegar até elas informações transformadas em conhecimento, sem distinção do lugar onde estejam, do gênero que tenham, da cor que exibam, da origem socioeconômica.


Falando sobre o meu ingresso na Fundação Roberto Marinho, recordo que se deu em meio a uma parceria para a produção de programas educativos. Vim com a incumbência de estruturar uma Gerência de Educação. Havia, na época, uma Superintendência que abrangia, genericamente, projetos, mas não uma estrutura voltada para a Educação. Tratava-se, em última instância, de criar as bases para atualizar o Telecurso - resultou, então, no Telecurso 2000. Porque já se tinha vasta experiência - o Tele Escola, o Vídeo Escola, o Futura, que estava só começando - e se sentia que era preciso preparar, digamos assim, a aterrissagem da Fundação, por meio de seus projetos, na sala de aula.


Da parceria no Departamento de Tecnologia Educacional, na Secretaria de Educação do Governo do Estado de Pernambuco, onde eu atuava, para o trabalho efetivo na Fundação foram ajustes que envolveram, inclusive, a transferência da minha família para o Rio de Janeiro. Com uma adaptação não exatamente fácil, mas repleta de aprendizagens. Cada dificuldade nos ensinou um pouco. Mas a prova de que tudo se ajustou, afinal, é que eu pretendia ficar dois e estou há vinte e seis anos.


A família foi se adaptando e eu pude, também, ficar tranquila nesse trabalho que a Fundação faz, e que eu considero importantíssimo para o país. Importantíssimo para a inclusão daqueles que ficam para trás.


Agora, não pense que foi fácil deixar o trabalho de grande envergadura e complexidade que eu desenvolvia lá no DETE. Basta pensar que eu trabalhava com toda a rede de ensino público do estado de Pernambuco, mais de duzentos técnicos, um milhão de estudantes. Daí porque eu saí muito dividida e insegura quanto a dar certo ou não.


Eu sentia falta do parque escolar, desse diálogo da escola, da sala de aula, do professor, da formação do professor; isso aumentava a solidão também.


E assim, um movimento destinado a, como eu digo sempre, “incluir a escola na vida”. Fazendo o estudante compreender que ele tem um papel na história de seu país, de seu lugar, e que à escola compete viabilizar esse projeto de vida, afastando o analfabetismo e o desconhecimento das coisas do mundo. E foi esse movimento que, naquele momento, me trouxe para o Rio e me mantém comprometida com o resgate da dívida social que tem o Brasil com aqueles que não conseguiram se inserir “no mundo da leitura, no mundo da escrita, no mundo do conhecimento”. Eu vim com o desafio de produzir um novo Telecurso, que foi a maneira que a Fundação encontrou de incluir por meio da Educação. Toda a experiência que eu trazia da sala de aula, de trabalhar com o Telecurso seria então aproveitada para elaborar o projeto, atualizar o currículo e implementar na rede - trocando em miúdos, “aterrissar nas salas de aula, ir para os sistemas”. Talvez o desafio maior estivesse no currículo.

 

Um currículo inovador, que falasse com o tempo dos estudantes, que não fosse conteudista, que não estivesse centrado na quantidade de conteúdo, de informação, mas que (...) olhasse para o desenvolvimento das competências básicas, das habilidades básicas e das atitudes de cidadania (...).


Na época, havia um desejo de que pudesse ser concebido por área de conhecimento e não por disciplina, mas esbarrou-se na legislação “absolutamente disciplinar” de então. De qualquer forma, fez-se um esforço nesse sentido, “para que ficasse mais próximo de como o nosso cérebro funciona, de forma integrada”. Foi um trabalho tão intenso, tão identificado com as principais e mais avançadas teorias da aprendizagem do momento, que até hoje existe cobrança quanto à publicação de um livro narrando a produção do Telecurso 2000. Porque ali, até pioneiramente, tratou-se da questão da mediação - “do papel do professor como mediador e não como aquele que declama o conteúdo (...)”. E foi um tempo de muita, muita interação. De início, com acadêmicos; depois, com o pessoal da comunicação. A equipe experiente que a produtora reuniu constituiu-se em um grupo que, prioritariamente, trabalhou a questão pedagógica - antes de ser televisiva. E que buscava articular narrativas e cuidar da linguagem e do formato. Porque tem que ter um currículo, tem que ter “um pensamento, um conjunto de concepções, um conjunto de diretrizes”. Um currículo que ajude na formação e que, por isso, deve estar “carregado de valores, de atitudes, de comportamentos”.


Em paralelo à produção de um novo Telecurso, foi concebida também uma Metodologia para implementação de nossos projetos educacionais que se desenvolveram a partir de 1993.


O reconhecimento dessa Metodologia deve-se ao fato de sua prática possibilitar a conquista de resultados homogêneos, sem os primeiríssimos e sem os últimos. A nossa opção teórica na metodologia, no currículo, é o da “produção coletiva do conhecimento”, que elimina esses extremos. Um aspecto a ser evidenciado é que a crença de que “Educação é tudo!” passou a orientar todas as ações da Fundação. Educação para quem ficou para trás. Educação com muita inovação. O Telecurso, já lá na década de 70, foi uma profunda inovação. E a Fundação continua inovando, apostando no novo e na mudança. A exemplo do Canal Futura, que nasceu da experiência bem-sucedida do Telecurso e da sua Metodologia e veio provar “o quanto uma programação de TV poderia fazer Educação”.


Um outro ponto que deve ser considerado é o trabalho com histórias de vidas na Metodologia do Telecurso, que considera o que cada estudante vive e aprende com a vida. Não por acaso, o primeiro módulo tem como eixo temático “Quem sou eu?”; o segundo; “Onde estou?”; o terceiro, “Para onde vou?”; e o último qual o meu projeto de vida, ou seja, “Qual a minha missão no mundo?” Gostaria de deixar aqui evidenciada a satisfação, o orgulho com o que faço, da forma como faço, pelo tempo que faço, em equipe, com pessoas comprometidas e resultados que, tenho certeza, ficarão como legado.


Ver Tudo PDF do Depoimento Completo

Outras histórias


Ver todas


Rua Natingui, 1100 - São Paulo - CEP 05443-002 | tel +55 11 2144.7150 | cel +55 11 95652.4030 | fax +55 11 2144.7151 | atendimento@museudapessoa.org
Licença Creative Commons

Museu da Pessoa está licenciado com uma Licença
Creative Commons - Atribuição-Não Comercial - Compartilha Igual 4.0 Internacional

+